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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Filme e Livro: Laranja Mecânica (Clockwork Orange)


Hoje vim falar de um livro e um filme que se tornaram clássico:

Por Andressa Leite


Anthony Burgess, 186 páginas-1962

Sinopse: Narrada pelo protagonista, o adolescente Alex, esta brilhante e perturbadora história cria uma sociedade futurista em que a violência atinge proporções gigantescas e provoca uma reposta igualmente agressiva de um governo totalitário. A estranha linguagem utilizada por Alex - soberbamente engendrada pelo autor - empresta uma dimensão quase lírica ao texto. Ao lado de "1984", de George Orwell, e "Admirável Mundo Novo", de Aldous Huxley, "Laranja Mecânica" é um dos ícones literários da alienação pós-industrial que caracterizou o século XX. Adaptado com maestria para o cinema em 1972 por Stanley Kubrick, é uma obra marcante: depois da sua leitura, você jamais será o mesmo.( www.skoob.com.br)

O que leva uma pessoa a praticar violência? Estupros, roubos, espancamentos... Alex realiza tudo isso e muito mais.
Em um ambiente futurista conhecemos Alex e seus "drugues", seus amigos de vadiagem.
O mundo é violento, a moda muda constantemente( e de uma forma estranha),novas drogas surgem e o governo tenta controlar, ou pelo menos finge.
Alex mora com os pais e estuda de manhã. A noite ele sai e apronta por aí. Ele gosta de música clássica, principalmente de Ludwing Van Beethoven, algo incomum, já que os jovens preferem as músicas da época. Alex se autonomeia líder do grupo, mas nem todos seus amigos se sentem satisfeitos com isso.
Um dia enquanto praticava mais uma das suas é preso e condenado. Colocado na prisão, logo se faz de bonzinho e tenta ao máximo agradar a todos tentando uma chance de se livrar o mais rápido possível do lugar... e ele consegue.
Alex é submetido a um tratamento, um teste do governo para acabar com o problema da violência. Esse processo é rápido, quinze dias, mas não é nada agradável.
Ele passa por transformações nada espontâneas e em liberdade acaba se encontrando com alguns daqueles em que ele aprontou barbaridades.

Bom é difícil falar gostei do protagonista, porque ele não é uma pessoa para se gostar ou admirar. Ele pratica a violência gratuita, é desumano. Mas Alex narrando os acontecimentos do livro nos atrai; Ele é bem humorado, sarcástico... contraditório, não.
Laranja Mecânica me fez refletir um bocado. Será que nosso mundo um dia chegaria a isso? Será que uma pessoa com natureza destrutiva e maligna um dia poderia se regenerar?
Estamos tão acostumados com a violência no dia-a-dia que já achamos essa prática comum e normal?
Para mim o autor foi brilhante, o livro foi escrito em 1962 e consegue ser atual. Ele criou mais de 100 termos que são uma mistura de gírias, língua cigana, russa e entre outras. Por essa razão o livro acompanha um glossário.

O livro deu origem ao filme britânico homônimo de 1971, dirigido por Stanley Kubrick ( O mesmo de O Iluminado e 2001- Uma Odisséia do Espaço).
Na minha opinião o filme ficou bem fiel ao livro, menos a parte final que terminou antes da do livro.
Os atores interpretaram muito bem os personagens, destaque claro ao Malcolm McDowell, que interpreta Alex.
O visual futurista me agradou também. Roupas, casas, móveis, decorações...
Enfim recomendo os dois mas logo aviso que tanto no filme quanto no livro há violência, então caso você não goste é melhor não ler/assistir.


Em uma pesquisa sobre o filme descobri algumas curiosidades que eu retirei do blog http://overdosisblog.blogspot.com/

  • Durante a cena em que Alex (Malcolm McDowell) é submetido ao tratamento Ludovico, Malcolm arranhou a córnea e ficou temporariamente cego. O médico que acompanha Alex durante o tratamento era realmente um médico, e estava lá por motivos de segurança para Malcolm. Malcolm também teve costelas quebradas durante a filmagem da cena de humilhação após o tratamento e ele quase se afogou de verdade, devido a uma falha no equipamento que o ajudaria a respirar, na cena em que os seus ex "droogies" o encontram e submetem ele a uma tortura em uma banheira.
  • Stanley Kubrick propositalmente cometeu alguns erros de continuidade em Laranja Mecânica. Os pratos em cima da mesa trocam de posição e o nível de vinho nas garrafas muda em diversas tomadas, com a intenção de causar desorientação ao espectador.
  • O filme foi retirado de cartaz no Reino Unido a mando de Stanley Kubrick. Irritado com as críticas recebidas, de que Laranja Mecânica seria muito violento, Kubrick declarou que o filme apenas seria exibido lá após sua morte, ocorrida em 1999.
  • A linguagem utilizada por Alex, chamada de nadsat, foi inventada pelo autor Anthony Burgess, que misturou palavras em inglês, em russo e gírias.
  • O livro em que Frank Alexander trabalhava quando Alex e sua gangue invadem sua casa chamava-se "A clockwork orange".
  • A cobra, foi colocada nas filmagens após o diretor Stanley Kubrick descobrir que Malcolm McDowell tinha medo delas.
  • No livro, o sobrenome de Alex em momento algum é revelado. Comenta-se que DeLarge seja uma referência a um momento no livro em que Alex chama a si mesmo de "Alexander the Large".
  • O orçamento total do filme foi de apenas US$ 2 milhões.
  • Stanley Kubrick certa vez declarou que, se não pudesse contar com Malcolm McDowell, provavelmente não teria feito Laranja Mecânica.
  • A canção "Singing in the rain"(Cantando na Chuva), cantada por Alex durante a cena em que ele e seus colegas violentam uma mulher na frente de seu marido, só está no filme porque esta era a única música que Malcolm McDowell sabia cantar por inteiro.
  • O filme foi proibido no Brasil na época do lançamento, mas liberado depois de alguns anos com a condição de que a genitália da mulher na cena de estupro, fosse encoberta por meio de manchas pretas sobrepostas à cena. Quem assistiu ao filme naquela época pode perceber que tais "manchas pretas" nem sempre acompanhavam a vagina com os pêlos pubianos. Isso sem contar que a censura era de 18 anos. Tais acontecimentos no Brasil tornaram a censura militar ridicularizada.
  • Durante a Copa do Mundo de 1974, disputada na Alemanha Ocidental, graças ao seu futebol envolvente, revolucionário e taticamente perfeito, a Seleção Neerlandesa de Futebol foi batizada pelos jornalistas europeus de Laranja Mecânica. A "Laranja" faz referência também ao vistoso equipamento utilizado por essa lendária seleção de futebol, comandada por Johan Cruijff.
  • Na cena em que Alex está em uma loja de discos, podemos ver que um dos discos que está na prateleira da loja, na fileira central, é o disco da trilha sonora do filme 2001:Uma Odisséia no Espaço, pode-se notar o Magical Mystery Tour dos Beatles, Atom Heart Mother do Pink Floyd e também Missa Luba.
  • Acredita-se que uma música seja co-relacionada ou talvez inspirada no filme, "Hier Kommt Alex" da banda Die Toten Hosen.
  • Em um episódio de Halloween dos Simpsons, Bart Simpson estava fantasiado de Alex.
  • A banda Sepultura lançou, no início de 2009, o Álbum A-lex, inspirado inteiramente no livro, inclusive todos os títulos das músicas têm relação com a obra de Anthony Burgess.
  • A Clockwork Orange é uma expressão da gíria cockney, que denomina o desajustado agressivo e desequilibrado, que odeia as instituições e os seres e os agride, inclusive fisicamente, mas por razões puramente psicológicas, sem nenhuma politização nem ideologia. Alex é exatamente isso. A expressão aproximada, se bem que ainda inexata em português, seria "porra-louca".

sábado, 27 de agosto de 2011

Você já amou?

video

"E eu quero brincar de esconde-esconde, te emprestar minhas roupas, dizer que amo seus sapatos, sentar na escada enquanto você toma banho, e massagear seu pescoço. E beijar seu rosto, segurar sua mão e sair para andar. Não ligar quando você comer minha comida, e te encontrar numa lanchonete para falar sobre o dia. Falar sobre o seu dia e rir da sua, sua paranóia. E te dar fitas que você não ouve, ver filmes ótimos, ver filmes horríveis. E te contar sobre o programa de TV que assisti na noite anterior e não rir das suas piadas. Te querer pela manhã, mas deixar você dormir mais um pouco. Te dizer o quanto adoro seus olhos, seus lábios, seu pescoço, seus peitos, sua bunda. Sentar na escada, fumando, até seus vizinhos chegarem em casa, sentar na escada, fumando, até você chegar em casa. Me preocupar quando você está atrasado, e me surpreender quando você chega cedo. E te dar girassóis e ir à sua festa e dançar. Me arrepender quando estou errado e feliz quando você me perdoa. Olhar suas fotos e querer ter te conhecido desde sempre. Ouvir sua voz no meu ouvido, sentir sua pele na minha pele, e ficar assustada quando você se irrita. Eu digo que você está linda, e te abraçar quando você estiver aflita, e te apoiar quando você estiver magoada, te querer quando te cheiro, e te irritar quando te toco e choramingar quando estou ao seu lado. E choramingar quando não estou. Debruçar-me no seu peito, te sufocar de noite e sentir frio quando você puxa o cobertor e sentir calor quando você não puxa. Me derreter quando você sorri, me desarmar quando você ri. Mas não entender como você pode achar que estou rejeitando você quando eu não estou te rejeitando, e pensar como você pôde pensar que eu te rejeitaria. E me perguntar quem você é, mas te aceitar do mesmo jeito. E te contar sobre o "tree angel", "o menino da floresta encantada" que voou todo o oceano porque ele te amava. Comprar presentes que você não quer e devolvê-los de novo. E te pedir em casamento, e você dizer "não" de novo mas continuar pedindo, porque embora você ache que não era de verdade mas sempre foi sério, desde a primeira vez que pedi. Ando pela cidade pensando. É vazio sem você mas eu quero o que você quiser e penso. Estou me perdendo, mas vou contar o pior de mim e tentar dar o melhor de mim porque você não merece nada menos que isso. Responder suas perguntas quando prefiro não responder, e dizer a verdade mesmo que eu não queira, e tentar ser honesto porque sei que você prefere. E achar que tudo acabou, espera só mais dez minutos antes de me tirar da sua vida. Esquecer quem eu sou e me deixar tentar chegar mais perto de você. E de alguma forma, de alguma forma, de alguma forma compartilhar um pouco do irresistível, imortal, poderoso, incondicional, envolvente, enriquecedor, agregador, atual, infinito amor que eu tenho por você."

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Viajo porque Preciso, Volto porque Te Amo (2009)


Por Sofia Lobo

Ao contrário do que muitos imaginam, o cinema brasileiro contemporâneo produz obras notáveis e inovadoras. O desconhecimento do público acerca dessas obras deve-se, dentre centenas de fatores, à falta de incentivo a produção de um cinema diferente que fuja ao modelo hollywoodiano. A escassez de recursos para a divulgação, por exemplo, impede que novos diretores e suas produções, as quais mostram o Brasil, sua história e sua rica cultura de maneiras particulares, se tornem conhecidos.

Essas obras a serem descobertas nos emocionam, nos fazem refletir sobre nossa existência efetiva e mostram realidades tão distantes da vida urbana. Vão além do puro entretenimento e da visão unilateral da violência e da realidade brasileira.

Nesse contexto, quando um filme inovador se torna conhecido, jorram críticas negativas do público. Atrevo-me a dizer que esses julgamentos se devem principalmente a falta de conhecimento acerca da diferença entre a técnica e a estética no cinema. Não farei aqui um tratado sobre isso, mas é importante saber que nem sempre um filme com poucos recursos é descartável. O diretor opta por uma técnica que se encaixa a proposta do filme, ao conteúdo a ser transmitido. Aliás, a falta de técnica pode até ser proposital. A frase característica do Cinema Novo, movimento cinematográfico brasileiro inspirado na Nouvelle Vague, “Uma câmera na mão e uma ideia na cabeça.”, ilustra a proposta arriscada, porém não impossível, de produzir um bom filme com orçamento mínimo.

E foi assim que os diretores Marcelo Gomes e Karim Ainouz produziram um dos mais controversos filmes lançados nos últimos anos. Viajo porque Preciso, Volto porque Te Amo (2009), foi produzido com sobras de filmagens do documentário Sertão de Acrílico Azul Piscina. As cenas são do Norte e Nordeste do Brasil.

Viajo é inovador não apenas por utilizar cenas descartadas e de baixa qualidade; é o relato de viagem de José Renato (Irandhir Santos, Besouro), que na verdade nem aparece. O conhecemos apenas através de sua voz grave e monótona. José Renato é geólogo e viaja cruzando o sertão para realizar análises de solo e estudar a possibilidade de construção de um canal naquela região. Ele conhece paisagens, pessoas e toda a miséria dessa região abandonada do Brasil. No início, Renato se limita a descrever o terreno e sua viagem. No entanto, à medida que a solidão, o tédio, a angústia e a saudade da amada tomam conta de suas emoções, ele deixa de lado o geólogo e passa a observar as paisagens áridas com olhos críticos e humanizados. A viagem também permite que ele reflita sobre a própria vida.

Uma das críticas que li sobre Viajo é a monotonia das cenas. A câmera parada por vezes filma uma paisagem desértica ou uma pessoa durante longos minutos. Mas esse é um recurso técnico a favor da mensagem que o filme deseja transmitir. Ora, é de se esperar que no meio do sertão, onde o que se encontra é uma longa estrada cruzando o deserto e um ou outro restaurante humilde, a paisagem seja monótona e solitária. Esse recurso serviu para ilustrar o que o personagem sentia.

Viajo por que Preciso, Volto porque Te Amo possui elementos que o tornam um filme de difícil interpretação e identificação com o público, mas sem dúvida é uma obra que merece ser valorizada não apenas pela crítica, mas também pelos brasileiros que devem conhecer, sem estereótipos e preconceitos, o povo nordestino e a cruel realidade do Brasil.

domingo, 21 de agosto de 2011

[DOC] "Ilha das Flores"

Olá!
Hoje estou fazendo uma postagem diferente: Pela primeira vez, vou falar aqui de um documentário.  Para quem não sabe, 'documentário', segundo o WIKIPEDIA, é um "gênero cinematográfico que se caracteriza pelo compromisso com a exploração da realidade. Mas dessa afirmação não se deve deduzir que ele represente a realidade «tal como ela é». O documentário, assim como o cinema de ficção, é uma representação parcial e subjectiva da realidade."
Não sei porqeu nunca havia falado com vocês desse gênero tão interessante do cinema. Os docs são bem legais porque, muitas vezes em pouco tempo, conseguem transmitir muitas mensagens. E eu, realista que sou, adoro quando o tema de filmes é "realidade"/ drama. Sério mesmo, agora eu sempre vou falar de documentários e curta-metragens aqui. :D

Hoje, para "inaugurar", apresento-lhes, o doc. "ILHA DAS FLORES", um curta, de 1989, dirigido r produzido pelo cineasta Jorge Furtado. Ele narra a desigualdade entre as pessoas de uma forma diferente,  seja pelo enredo, seja pela linguagem, sejam pelas imagens, ouseja, uma forma única.

Assisti a "Ilha das Flores" durante uma aula (!), nesta semana e eu, como admiradora do cinema e futura coneasta, achei muito interessante essa forma diferente de abordar o assunto, em meio a tantos clichês.


Aqui está o vídeo:



Segundo o WIKIPEDIA, esse documentário ganhou os seguintes prêmios:
  • Melhor filme de curta-metragem (e mais 8 prêmios) no 17° Festival de Gramado, 1989.
  • Urso de Prata para curta-metragem no 40° Festival de Berlim, 1990.
  • Prêmio Air France como melhor curta brasileiro do ano, 1990.
  • Prêmio Margarida de Prata(CNBB), como melhor curta brasileiro do ano, 1990.
  • Prêmio Especial do Júri e Melhor Filme do Júri Popular no 3° Festival Clermont-Ferrand,França,1991.
  • Blue Ribbon Award no American Film and Video, New York, 1991.
  • Melhor Filme no 7º No-Budget Kurzfilmfestival, Hamburgo, Alemanha, 1991.
ESPERO QUE VOCÊS CURTAM!

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

HOJE, BATMAN SERÁ EXIBIDO NO SBT

Hoje, 19/08, o filme "BATMAN- O CAVALEIRO DAS TREVAS" será exibido pela primeira vez na TV aberta (SBT), às 23h.

-Maiores informações AQUI
-Resenha AQUI

Uhul!!! \o/



Why so Serious?

Obs: Aguardem, EM BREVE teremos nossa PRIMEIRA PROMOÇÃO xD

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

RESENHA DO FILME: "QUERO MATAR MEU CHEFE"


Começando esta resenha de um modo bem pessoal: O melhor filme de comédia que eu já vi, desde "Se Beber Não Case".
Um filme que, a priori, parece ser "mais uma comédia" engraçada e apelativa. Não é.
Três amigos estão insatisfeitos com as atitudes de seus respectivos chefes: um "parece" ser psicopata, a outra é totalemente tarada e o outro (filho do chefe que morreu) é um drogado idiota.
Em uma conversa no bar, os amigos, em tom de brincadeira, falam em matar os chefes. Mas, esta conversa acaba sendo levada a sério e depois de algumas tentativas frustradas de encontrar um matador profissional, os amigos acabam seguindo o conselho de "Motherfucker Jones": um deve matar o chefe do outro.
É aí que o filme começa a ficar interessante e cada vez mais engraçado: a invsão na casa dos chefes, as espionagens, as confusões e o modo como o filme termina são sensacionais!
Você vai gargalhar muito!

QUERO MATAR MEU CHEFE
(HORRIBLE BOSSES-2011)



ONDE ASSISTI PELA PRIMEIRA VEZ: Cinema
QUANDO: 14/08/2011
POR QUE ESCOLHI ESSE FILME: Porque meu irmão queria assisti-lo e também porque a história parecia bem legal, pelo trailer
DIRETOR DO FILME: Seth Gordon
QUEM SÃO OS ATORES PRINCIPAIS: Charlie Day, Kevin Spacey, Jennifer Aniston, Colin Farrel
QUE TIPO DE FILME É: Comédia
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 anos
COMO É A HISTÓRIA PRINCIPAL: (retirada do site FILMOW) "Na trama três amigos decidem que a única coisa que poderia tornar o cotidiano monótono um pouco mais tolerável seria transformar seus chefes intoleráveis em fumaça. Pedir demissão não é uma opção e assim, com a ajuda de alguns drinques além da conta e do conselho duvidoso de um ex-detento malandro (Jamie Foxx), os três amigos bolam um plano complicado e aparentemente à prova de falhas para se livrarem de vez de seus empregadores."
TEM UM FINAL FELIZ: Sim
O FILME CORRESPONDEU ÀS MINHAS EXPECTATIVAS: Correspondeu! Na verdade, é muito melhor do que eu imaginava!!
PONTO FRACO: Colin Farrel. Ele é LINDO, mas o cabelo dele está muito estranho nesse filme! hahaha
UMA CENA: Certamente, a que eles invadem a casa do Bobby Pellitt! É engraçada do começo ao fim!
RECOMENDO ESTE FILME: Para quem ama uma boa comédia, é mais do que recomendado, é obrigação!
DICAS PARA QUEM PRETENDE ASSISTI-LO:
-Faça pipoca
-Aproveite o filme
-Assista até os créditos!

BOM FILME!!!!!!!!


domingo, 14 de agosto de 2011

RESENHA DO FILME :"OS SMURFS"

"OS SMURFS"
(The Smurfs-2011) 
 (ATUALIZAÇÃO DA RESENHA EM 16 DE DEZEMBRO:
ATENÇÃO, PLÁGIO É CRIME!!! SE FOR COPIAR ESSA OU QUALQUER OUTRA RESENHA,FAVOR COLOCAR MEU NOME E ESSE LINK DO BLOG!! ASSIM COMO JÁ TEM O AVISO AO LADO SOBRE PLÁGIO! EU VOU DENUNCIAR QUEM PLAGIAR ALGUMA DAS MINHAS RESENHAS

Os SMURFS estão de volta, em um filme totalmente cheio de efeitos especiais!
Quando chegam à Nova York “sem querer”, as coisas mais loucas acontecem: fugindo do malvado Gargamel, Desastrado cai em uma caixa e vai parar na casa de Johan (que foi promovido no emprego) e Grace (que está grávida). A partir daí, os “bichinhos” azuis precisam de uma estrela para fazer a poção e poder voltar para casa, numa noite de Lua azul. Mas Gargamel vai fazer de tudo para estragar os planos dos SMURFS!
Um filme que é além da imaginação. Indicado para toda a família, os SMURFS dão uma lição de vida, ao mostrarem-se ingênuos e “felizes”, num lugar onde a pressa e a correria parecem não colaborar com essa felicidade.
Com toda a certeza, é um filme excelente e você vai se apaixonar (e lembrar da “musiquinha” ) até depois de os créditos terem subido.



ONDE ASSISTI PELA 1ª VEZ: No cinema
QUANDO: 13/07/11
PORQUE EU ESCOLHI ESSE FILME: Porque estava em cartaz no cinema
O QUE EU SABIA DE ANTE MÃO:
-Que era um filme baseado em um desenho
-Que Hank Azaria (O David de Friends, que fez também “O Amor e Outras Drogas”) estava no elenco
-Que parecia ser uma história interessante e divertida
DIRETOR DO FILME: Raja Gosnell
QUEM SÃO OS ATORES PRINCIPAIS: Neil Patrick Harris, Hank Azaria, Jayma Mays, Sofia Vergara, e a dubladora da Smurfette é a Katy Perry  
QUE TIPO DE FILME É: Animação/Família/Fantasia/Comédia
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: Livre
COMO É A HISTÓRIA PINCIPAL: (Texto adaptado do site FILMOW): O filme começa com Gargamel (Hank Azaria) finalmente encontrando a vila dos Smurfs. No desenho seu desejo era transformá-los em ouro; no filme, Gargamel quer capturar os Smurfs para tê-los como amuletos. Assustados, liderados pelo Smurf Desastrado, os pequeninos entram numa gruta proibida. Como é lua cheia, eles acabam transportados por um portal para o Central Park, em Nova York... Lá, Desastrado, Ranzinza, Smurfette, Gênio, Papai Smurf e Valente encontram refúgio com o casal vivido por Neil Patrick Harris e Jayma Mays.
TEM UM FINAL FELIZ: Sim
O FILME CORRESPONDEU OU NÃO ÀS MINHAS EXPECTATIVAS
? Correspondeu. Achava que era mais uma história de animação “sem sentido”, apenas comédia.. Mas é uma verdadeira lição de moral. Os SMURFS são seres graciosos e ingênuos, que vivem em um mundo ideal.
PONTO FRACO: Fiquei feliz com o final, mas {SPOILER} não gostei da despedida entres os SMURFS e humanos. Você fica na dúvida se quer que os “azuiszinhos” voltem para o mundo deles ou permaneçam no nosso.
UMA CENA:
As cenas que o gato “Cruel” juntamente com o Gargamel, o vilão atrapalhado aparecem são divertidas. Mas a cena dos Smurfs na cozinha do apartamento do casal Johan e Grace é bem divertida. Também é legal a cena deles dentro de uma loja de brinquedos!
RECOMENDO ESTE FILME: Recomendo !!
CURIOSIDADE DO FILME:
-Há MUITA propaganda ao longo do filme. Quando os SMURFS chegam em NovaYork, Mc Donald’s, M.M.’s e vários outros produtos aparecem. E continuam aparecendo ao longo do filme!
 DICAS PARA QUEM PRETENDE ASSISTI-LO:
-Faça pipoca;
-Aproveite o filme!
-Assista com a família! Vocês darão boas risadas!!
:)

"SMURF" FILME!!!!!!!
Kell ^^



quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Potiche - Esposa Troféu (2010)


Por Sofia Lobo

Ícone da Nouvelle Vague na década de 60, Catherine Deneuve é uma lenda viva do cinema francês e mundial. Ganhou notoriedade ao participar dos filmes Repulsa ao Sexo (1965), de Roman Polanski e A Bela da Tarde (1967), de Luis Buñuel, nos quais interpretou personagens intensos e de acentuada sexualidade.

A atriz de 67 anos esteve no Brasil em junho para divulgar Potiche – Esposa Troféu (2010), obra do diretor François Ozon, que abriu o Festival Varilux de Cinema Francês.

Em Potiche Catherine é Suzanne Pujol, esposa dedicada e submissa ao marido, Robert (Fabrice Luchini), que comanda rigorosamente a fábrica herdada pela esposa (e tem um caso com a secretária Nadége, Karin Viard). Os funcionários estão em greve e reivindicam melhores condições de trabalho. Robert é seqüestrado pelos manifestantes e têm um ataque cardíaco. Suzanne recorre a um antigo “amigo” comunista, Maurice Babin (o célebre Gérard Dépardieu) para convencer os sindicalistas a libertarem seu marido. Mesmo libertado, Robert não têm condições de trabalhar, então Suzanne assume o controle da fábrica, auxiliada pelos filhos Laurent (Jérémie Renier), fascinado por arte, e Joelle (Judith Godrèche), conservadora como o pai.

Potiche aborda em tom cômico e superficial temas como política e feminismo. Com diálogos dinâmicos, a rivalidade entre a esquerda e a direita é tratada com certa ironia e a personagem de Deneuve, antes uma “peça de decoração” de sua casa (daí o nome Potiche, vaso ornamentado) torna-se elo entre as ideologias. É burguesa e fútil, mas sabe o que é justo e reergue a fábrica ao proporcionar condições dignas de trabalho e conquistar a simpatia dos funcionários. Suzanne também nos surpreende ao revelar suas aventuras amorosas da juventude (inclusive com Babin), contrastando com a dona de casa, mãe e avó exemplar que se tornou.

Potiche é agradável, tem humor sutil e representa o bom cinema francês contemporâneo.

IMDB: http://www.imdb.com/title/tt1521848/

Trailer: http://www.youtube.com/watch?v=AHW_5cgYew0

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Seriado: Felicity


Depois de muitoooo tempo longe, voltei \o/,kkk.
Vim falar de um seriado que a pouco tempo comecei a acompanhar, mas que já me conquistou muito.



Nome: Felicity
Elenco: Donald Faison, Amy Jo Johnson, Scott Speedman,
Scott Foley, Tangi Miller, Amanda Foreman, Greg Grunberg, Ian Gomez, Rob Benedict, Keri Russel.
Direção: J.J. Abrams e Matt Reeves.
Genêro: Drama, Romance.
Ano:1998

Você largaria planos e mais planos para o futuro, para ir atrás de um cara que você trocou algumas palavrase por quem você tem um amor platônico?
Felicity fez isso.
Estava tudo certo, universidade pública perto de casa, curso de medicina garantido, mas no dia da formatura, precisamente no dia da colação de grau Felicity encontra a oportunidade perfeita para pedir que Ben ( o garoto mais popular da escola) assinasse seu álbum de formatura. Ele deixa uma mensagem intrigante e diz que vai para a faculdade de New York. Pronto Felicity ve uma chance de tentar algo a mais com ele e desiste de tudo para ir atrás. Seus pais ficam desesperados não a intendem de maneira nenhuma, mas mesmo assim na cara e na coragem ela vai para a cidade grande. Mas nem tudo é o que parece... Ben acabou dando falsas esperanças e Felicity tem que decidir se fica ou vai embora...
Não me lembro porque baixei essa série para assistir, só sei que achei os primeiros episódios no computador e resolvi ver.
Me encantei por Felicity, assisti um episódio atrás do outro. A trilha sonora é muito boa.
Felicity é tímida mas quando resolve falar ela coloca a boca no trombone. Sinto muita vergonha alheia pelos personagens e por diversas vezes fiz isso por Felicity,kkkk.
Ela é meiga mas insegura e acompanhar as descobertas de um mundo novo que ela encontra na faculdade é muito bom. Temos que amadurecer mas como todos sabemos isso não é nada fácil.




sábado, 6 de agosto de 2011

Viva La Vida (Coldplay)

Essa música foi tema da minha viagem à DISNEY em 2009.
Estou com uma puta saudades de lá, "where dreams come true."
Futuramente farei uma postagem só sobre os parques, as aventuras e tudo o mais. Agora, contentem-se com a letra da música e a imagem do Castelo da Cinderela (todo iluminado), um pouquinho antes da parada da noite no parque "Magic Kingdom".

I used to rule the world
Seas would rise when I gave the word
Now in the morning I sleep alone
Sweep the streets I used to own

I used to roll the dice
Feel the fear in my enemy's eyes
Listened as the crowd would sing
Now the old king is dead long live the king
One minute I held the key
Next the walls were closed on me
And I discovered that my castles stand
Upon pillars of salt and pillars of sand

I hear Jerusalem bells are ringing
Roman cavalry choirs are singing
Be my mirror, my sword and shield
My Missionaries in a foreign field
For some reason I can't explain
Once you'd gone there was never
Never an honest word
And that was when I ruled the world

It was a wicked and wild wind
Blew down the doors to let me in
Shattered windows and the sound of drums
People couldn't believe what I'd become
Revolutionaries wait
For my head on a silver plate
Just a puppet on a lonely string
Oh who would ever want to be king?

I hear Jerusalem bells are ringing
Roman cavalry choirs are singing
Be my mirror, my sword and shield
My missionaries in a foreign field
For some reason I can't explain
I know St Peter won't call my name
Never an honest word
But that was when I ruled the world

Hear Jerusalem bells are ringing
Roman cavalry choirs are singing
Be my mirror, my sword and shield
My missionaries in a foreign field
For some reason I can't explain
I know St Peter won't call my name
Never an honest word
But that was when I ruled the world

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

.

"Escrever é esquecer. A literatura é a maneira mais agradável de ignorar a vida. A música embala, as artes visuais animam, as artes vivas (como a dança e a arte de representar) entretêm. A primeira, porém, afasta-se da vida por fazer dela um sono; as segundas, contudo, não se afastam da vida - umas porque usam de fórmulas visíveis e portanto vitais, outras porque vivem da mesma vida humana. Não é o caso da literatura. Essa simula a vida. Um romance é uma história do que nunca foi e um drama é um romance dado sem narrativa. Um poema é a expressão de ideias ou de sentimentos em linguagem que ninguém emprega, pois que ninguém fala em verso." (FERNANDO PESSOA)

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

ADEUS, LÊNIN! (2003)

Por Sofia Lobo

Durante quase trinta anos uma barreira física dividiu Berlim, a qual passou a ser governada por políticas ideologicamente distintas. Surgiu, assim, a rivalidade entre o lado Leste, ou RDA (República Democrática Alemã, socialista) e Oeste (República Federal Alemã, capitalista).

É no lado Oriental dessa barreira onde se passa Adeus, Lênin! , obra peculiar do diretor Wolfgang Becker que retrata um capítulo único na História: a Queda do Muro de Berlim.

Christiane Kerner (Katrin Saß) mantém uma relação ideológica com a República Democrática Alemã. Ao presenciar a prisão de seu filho Alexander (Daniel Brühl) durante uma passeata, Christiane tem um colapso e fica em coma. Alex é solto e cuida de sua mãe, enquanto presencia uma mudança radical em sua vida. O Muro é derrubado, as fronteiras que separam o Leste do Oeste não existem mais e ele pode desfrutar de descobertas culturais incríveis num país que renasce. Sua irmã Ariane (Maria Simon) desiste dos estudos e torna-se atendente do Burguer King.

Após todas essas mudanças, Christiane finalmente desperta. Os médicos alertam para os riscos de um choque emocional. Alex decide levá-la para casa e nada dizer sobre as mudanças no país. Com a ajuda de sua irmã e do amigo Denis (Florian Luckas), redecora o apartamento, busca objetos, pessoas, produtos e até notícias relacionadas à antiga RDA (auxiliado por Denis, que possui pretensões cinematográficas).

O diretor retrata um tema histórico e polêmico com humor sutil e inteligente. Também é fiel ao mostrar imagens reais da Queda do Muro, de passeatas e da vitória Alemã na Copa do Mundo em 1990.

Adeus, Lênin! trabalha com a linha frágil existente entre a verdade – ou a realidade- e a mentira, o mundo das ilusões, e com a manipulação dessas duas dimensões. Alex, na verdade, criou no quarto de sua mãe o país onde ele gostaria de viver: socialista sim; porém humano, livre e generoso. Essa é a crítica bem-humorada de Becker ao socialismo real fracassado, anteriormente idealizado por Lênin.

IMDB: http://www.imdb.com/title/tt0301357/

TRAILER: http://www.youtube.com/watch?v=r85BKBTcEgg

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Resenha do Filme: "O DISCURSO DO REI"


*O DISCURSO DO REI*
 (The King’s Speech-2011)

O grande vencedor do OSCAR 2011 chega (finalmente!) às locadoras.
Baseado em uma história real e emocionante, o (até então desconhecido) diretor Tom Hooper, narra a história de Bertie (Colin Firth), mais conhecido como Duque de York. Filho do da Inglaterra George V, ele sofre de gagueira. Quando pressionado para falar em público, é inevitável disfarçar o problema. Sendo assim, a preocupada esposa de Bernie, Elisabeth (Helena Bonham Carter), após passar tempos e tempos tentando arrumar um médico para curar o marido, decide ir atrás de um misterioso homem, o australiano Lionel Logue (Geoffrey Rush), que se diz um "curador de fala".
O Duque hesita em se consultar com o homem, mas depois acaba cedendo. Lionel tem um jeito irreverente de lidar com a Alteza: trata-o como um homem normal, mais um "paciente" seu. Nunca faz tratamento diferenciado com Bertie e insiste em ter uma relação próxima com ele, de amizade, para tentar ajudá-lo melhor. Apesar de tudo, aos poucos, Logue conquista a amizade do Duque. Com métodos diferentes (por exemplo: ele faz com que o paciente cante ao invés de falar e permite palavrões no ensaio, enquanto treina o discurso).
Ao longo do filme, enquanto Bertie tenta superar seu problema, uma fatalidade acontece: seu pai, o Rei George V falece. Quem assume é o filho David, mas logo depois renuncia ao cargo por dar mais importância ao amor que sente por uma mulher divorciada.
Em meio a isso, quem assume o posto de Rei é Bertie, o agora George VI. Mais do que nunca, a gagueira deve ser superada. Em meio à sessões e brigas com Lionel Logue, o Rei vai conquistando a simpatia dos súditos e tenta, a cada dia, vencer o problema.

O superlativo que eu costumo usar para este filme é: magnífico! Desde a atuação premiada de Colin Firth (a perfeição que ele faz os trejeitos e a agonia que ele passa ao público quando o personagem fica nervoso e gagueja é sensacional. Colin é um ator sensacional!), até a forma como é desenvolvido o cenário do filme: a sala onde acontecem as consultas com Lionel, a decoração da parede e posteriormente a decoração do quartinho onde Bertie faz seu discurso, pode ser considerada apenas um detalhe, mas quem repara nisso vê que tudo tem um porquê: Bertie se sente à vontade lá naquele quartinho porque, além de Lionel estar lá, a decoração o faz lembrar da sala, onde era feitos apenas os "treinos". Isso condiz perfeitamente quando o instrutor diz a ele: "Esqueça tudo e fale comigo. Fale comigo como um amigo."

ONDE EU ASSITI PELA PRIMEIRA VEZ: Em casa, na tela do computador.
QUANDO: Em março de 2011
PORQUE EU ESCOLHI ESTE FILME: Porque foi o filme vencedor do Oscar 2011 e também porque eu adoro o ator, Colin Firth
O QUE EU SABIA DE ANTE-MÃO:
-Era baseado em uma história real;
-Venceu os OSCARS de :Melhor filme, Melhor diretor, Melhor ator, Melhor roteiro original.
-Colin Firth era o ator principal e Geoffrey Rush -o Capitão Barbossa- foi indicado ao OSCAR de Melhor ator coadjuvante;
-Helena Bonham Carter –a Rainha cabeçuda de Alice no País das Maravlhas- estava no elenco e também concorreu ao OSCAR de Melhor Atriz.
DIRETOR DO FILME: Tom Hooper
QUEM SÃO OS ATORES PRINCIPAIS: Colin Firth, Geoffrey Rush e Helena Bonham Carter
QUE TIPO DE FILME É: Drama
TEM UM FINAL FELIZ: Tem, sim!
O FILME SUPEROU OU NÃO AS MINHAS EXPECTATIVAS: Superou. Como ganhou o OSCAR, eu pensei que realmente era um filme muito bom, de um elenco sólido. Mas à medida que o filme acontece, fui gostando mais e mais. É uma história cativante, sem muita "emoção", mas não é algo "parado". E, como já disse, as atuações e os cenários são excelentes e impecáveis! Tudo isso, em conjunto, superou minhas expectativas!
PONTO FRACO: A causa da gagueira gerou uma série de hipóteses, entre elas a morte de um dos irmão de Bernie. Porém, parece que o filme "esqueceu" de abordar isso. É falado da infância do Rei de forma superficial, mas dá para entender. Esse foi um único ponto fraco. Que eu considero um detalhe.
QUAL É A DURAÇÃO APROXIMADA DO FILME: 119 minutos
QUAL A CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 12 anos (consumo de drogas lícitas e linguagem chula)
UMA FRASE DO FILME: "Meu trabalho era fazê-los ter fé nas suas próprias vozes e deixa-los saber que um amigo estava ouvindo. Essa carapuça deve servir em você, Bertie..."
UM CENA: Várias cenas me deixaram interessada no filme, mas há uma que me chamou a atenção: as sessões em que o Duque praticava os métodos para se livrar da gagueira e ao mesmo tempo, paralelamente a isso, um discurso que ele fazia, aplicando visivelmente estes métodos!
RECOMENDO ESTE FILME: Claro! Depois de vê-lo, me deu até vontade de estudar história e a Segunda Guerra... (Ok, nem tanto! Mas pesquisar a vida do "verdadeiro Rei", até que deu, sim!) :D
DICAS PARA QUEM PRENTENDE ASSISTÍ-LO:
-Fazer pipoca;
-Assistir em um dia sossegado;
-Prestar atenção em alguns detalhes, em algumas frases
-E curtir ao máximo!
BOM FILME!!!!!
  

(Esta resenha já é um pouco antiga, mas estou postando-a para inaugurar o novo visual do blog!^^ 
Espero que vocês curtam!)

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

"All this talking to you
I don't know what I'm to do
I don't know where you stand
What's inside of your head
 
All this thinking of you
Is that what you're doing too
You're always on my mind
I talk about you all of the time[...]
 I can't wait to see your face
Just to show you how much I'm in it"
(Avril Lavigne-Stop Standing There)


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