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terça-feira, 1 de julho de 2014

Filme: A Mentira

Título original: Easy A
Lançamento: 2010
Direção: Will Gluck
Elenco: Aly Michalka, Amanda Bynes, Cam Gigandet, Emma Stone, Lisa Kudrow, Penn Badgley, Thomas Haden Church
Duração: 92 min
Gênero: Comédia/Romance
País de Origem: E.U.A
Trailer
Filmow
Sinopse: Depois que uma pequena mentira sobre a perda de sua virgindade se espalhar, Olive (Emma Stone) , uma exemplar colegial, vê sua vida paralela à de Hester Prynne em "A Letra Escarlate" e decide usar esse boato como meio para avançar sua posição social e financeira. Fonte  

Olive é uma estudante com boas notas que por tentar escapar de um final de semana com sua amiga e seus pais malucos, acaba se envolvendo em uma teia de mentiras enorme. Em questões de horas, sua vida privada é exposta para todos da escola e ela passa de garota invísivel a vadia.

Mas ela não está preocupada com isso e resolve vestir literalmente esse rótulo que impõem nela. Aproveitando que estava estudando o livro "A Letra Escarlarte", na qual a protagonista Hester Prynne comete o adultério e é obrigada a costurar um A vermelho em sua roupa e ser humilhada publicamente, a garota muda seu estilo e resolve faturar ajudando outras pessoas com suas reputações.

Fonte
O Ensino médio não é uma época muito fácil para a maioria dos adolescentes. Rótulos, panelinhas, grupos. A eterna guerra entre os populares x invisíveis. Sim, isso tudo é clichê, esses problemas são clichês e há muito tempo são pano de fundo para várias comédias adolescentes. Mas eis o problema, eu amo isso.

A Mentira segue a velha fórmula tão conhecida por todos nós, mas tem seus devidos créditos. Olive é uma personagem divertida, sarcástica e com um humor  incrível. Ela possui uma relação muito legal com seus pais - aliás eles são um caso a parte, divertidíssimos - é fã de filmes da década de 80 - olá John Hughes - e está seguindo sua vida normalmente com boas notas na escola. E é aí que está o problema. Ela parece bem segura de si para querer esse tipo de atenção, ser vista pelas pessoas da escola. Em nenhum momento ela  me passou esse desespero para ser popular. 

Mas tudo bem, deixei isso de lado para aproveitar. O filme me proporcionou momentos muito divertidos, com uma trilha sonora fantástica, referências de filmes e livros (Gatinhas e Gatões, Namorada de Aluguel, Digam o que quiserem), e com um bom elenco relativamente conhecido - Lisa Kudrow genteee.
 
Nota: 
Fonte

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Filme: Tokyo Godfathers




Título original: Tokyo Godfathers
Lançamento: 2003
Direção: Satoshi Kon e Shôgo Furuya
Elenco: Yoshiaki Umegaki, 
Toru Emori, Kyôko Terase, 
Hiroya Ishimaru , Aya Okamoto
Duração: 92 min
Gênero: Animação/Aventura/
Comédia/Drama
País de Origem: Japão
Filmow
Sinopse: Hana uma ex-drag queen, Gin um antigo ciclista alcoólatra e Miyuki, uma adolescente fugitiva, são três sem-teto que em sua tumultuada existência encontram um bebê abandonado no dia de natal. Os três resolvem então peregrinar em busca da solução do mistério e encontrar os pais da criança antes da chegada do ano novo. Durante a busca, deparam-se com fatos ocultos sobre o passado que são forçados à confrontar, ao mesmo tempo que aprendem a enfrentar o futuro juntos. Fonte  
O que se passa na cabeça de uma mãe/pai para abandonar o próprio filho? É esse questionamento que Hana, Gin e Miyuki fazem ao encontrarem um bebê na noite de Natal. Eles são moradores de rua e vivem juntos como uma "família" já que um cuida do outro e de uma forma ou de outra, se gostam muito.

Hana é um travesti e por isso não pode ser mãe, seu grande sonho. Quando encontra a criança, entende que ela veio como um presente. Mas o que ela poderia oferecer como uma moradora de rua? Então para que a criança não tenha que sofrer em lares de adoção sem uma lembrança boa da sua infância, Hana, Gin e Miyuki decidem irem atrás dos pais para saberem o motivo de terem feito isso e com a esperança de que eles estejam arrependidos.

Fonte
Noite de Natal, uma criança abandonada, um travesti, um ex-alcoólatra e uma adolescente que fugiu de casa, receita perfeita para risos e choros.

Os personagens são muito bem construídos e conseguimos nos sensibilizar muito com eles e seus problemas. Cada um possui um motivo diferente para estar onde está e carregam um grande peso nas costas por erros do passado. Talvez seja isso que os una, essa dor que tentam esconder e que acaba ficando presa no interior de cada um.

Eles são irônicos, grosseiros e vivem brigando, mas quando um precisa, os outros dois estão prontos para defender e ajudar. É uma história muito divertida, com sua carga de drama na medida correta - sim, talvez faça você chorar.

Dando uma pesquisada sobre o filme eu descobri que o diretor dele,  Satoshi Kon, que só dirigia filmes que ele mesmo tivesse criado, foi muito aclamado pela crítica e possui muitos fãs de suas obras. Em sua biografia consta mais 6 animações, todas com muitos elogios, mas infelizmente ele morreu em 2010 com 46 anos.

É uma linda história, com uma bela lição no final. A única coisa que eu não gostei foi da história de Miyuki e o seu motivo fútil de fazer o que fez, mas isso é algo pequeno, não fez com que eu tirasse alguma das 5 estrelas merecidas da animação.


Nota: 
Fonte
*Post publicado originalmente em stonesandmilk.blogspot.com

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Série: My Mad Fat Diary


Antes de começar a falar um pouco sobre essa série, gostaria que vocês ouvissem essa música enquanto leem para entrar no clima. Se chama Champagne Supernova e é de 1996, da banda Oasis.


Rae Earl tem 16 anos, problemas de obesidade e autoestima e passa um tempo em uma clínica psiquiátrica depois de fazer uma besteira consigo mesma. Ela tem um ótimo senso de humor, um bom gosto musical e compartilha sua vida em seu elaborado diário. Segredos, problemas com garotos, sexualidade, preconceitos, desejos secretos e fantasias, são alguns dos assuntos abordados em seu fiel companheiro.


A adolescente mora com a mãe em Stamford, Lincolnshire e o relacionamento delas envolve algumas discussões, brigas e mágoas. Coisas ruins são ditas em momentos de raiva e atitudes não pensadas que magoam profundamente são tomadas. Porém, é nítido o amor e o carinho que uma tem pela outra. 

Acompanhar Rae em suas descobertas, medos e crescimento é algo fascinante. Me vi em algumas das situações que ela passa e me identifiquei com a personagem. Ela tenta ser aceita e fazer amigos e pela primeira vez consegue fazer parte de um grupo quando reencontra Chloe, sua amiga de infância. Com todos os seus problemas, ela faz o máximo para tentar ser normal e poder conseguir tudo que uma adolescente de sua idade pode querer.

Baseada no livro "My Fat, Mad Teenage Diary", a dramédia britânica se passa na década de 90, tem uma excelente trilha sonora - a música que eu selecionei é apenas um exemplo dessa qualidade - e estreou em janeiro de 2013 no canal E4. São 6 episódios de 40 e poucos minutos, algo para se ver em "uma sentada só" para os acostumados. Aliás, terminei de rever hoje de madrugada, algo que nunca tinha feito com outra série antes. E foi justamente ontem também que a 2ª temporada começou.

Os atores são ótimos e você se vê apegado rapidamente aos personagens. Todos possuem medos, inseguranças e problemas e alguns conseguem esconder melhor que outros, mas no fundo, são todos frágeis. Também conseguimos amá-los e odiá-los no mesmo episódio, ninguém é só bonzinho ou só mal, há qualidades e defeitos a serem visto.

Os efeitos visuais são outro ponto forte. A tela por muitas vezes se torna o diário de Rae e anotações, listas e desenhos são escritos nela, para acompanhar seus pensamentos e raciocínio.





Fonte
Como qualquer um, Rae faz besteiras e magoa as pessoas ao seu redor, mas acompanhamos sua evolução, seu crescimento e sua descoberta de que sim, ela é uma pessoa linda que pode ser amada, que pode ter bons amigos, uma família e ser feliz.


Ps: A série possui palavrões e fala abertamente sobre sexo, então se você possui restrições quanto a isso, já deixo avisado ;D 



Fonte

quarta-feira, 6 de março de 2013

Minissérie: A Young Doctor's Notebook




Sinopse: Lendo seu antigo caderno de anotações o médico Vladimir Bomgard (Jon Hamm) relembra sua juventude quando, com 25 anos, chega na cidade rural de Muryovo para exercer sua profissão. Assim, ele retorna a 1917, nas vésperas da revolução russa, onde encontra a si mesmo (Daniel Radcliffe), um jovem recém-formado, um dos primeiros da classe (diga-se de passagem).
" "
Desde que os filmes do Harry Potter, assim como os seus livros foram concluídos, eu e milhões de fãs ficamos de certa forma órfãos. Afinal, foram anos acompanhando as histórias de J.K.Rowling e os filmes e crescemos com os atores que a cada ano mudavam e se desenvolviam, assim como nós. E é interessante acompanharmos a carreira deles, pois nos afeiçoamos e nos sentimos bem próximos. Pórem, temos que lembrar que eles não são os personagens, muitos são mesmo bem diferentes deles e partilham de outros princípios até.

E pensando assim que eu faço o possível para acompanhar todos os trabalhos desses atores que eu gosto tanto. Daniel Radcliffe, por exemplo, chegou a fazer alguns trabalhos diferentes durante as produções de Harry Potter, como My Boy Jack, um filme para TV de 2007 e December Boys, filme estreado no mesmo ano. E há também The Woman in Black do começo do ano passado, que eu ainda não consegui assistir.

No final do ano passado ele estreou a minissérie A Young Doctor’s Notebooks, onde interpreta a versão mais jovem de um Doutor, que anos depois de uma experiência inusitada em uma vila afastada da Rússia em uma clínica, remoei as memórias através de diários, cadernos onde relatou suas experiências. Baseada em uma coleção de pequenos contos do escritor russo Mikhail Bulgakov, é uma produção britânica exibida na Rússia pelo canal SkyArts 1. Ela é dividida em 4 partes, e se inicia e termina com o tempo presente do Doutor e ao longo do episódio mostra o que ele viveu no passado. O interessante é que o Doutor do passado e o do presente se encontram e se confrontam sobre diversos assuntos, desde a escolha em salvar uma paciente quase morta a questões mais sombrias como futuros vícios que podem decidir o futuro dele.

Um dos problemas que em muitas entrevistas com os atores nos observamos, é o problema de ser marcado com um único personagem. É claro que Daniel sempre será Harry Potter, mas o ator mostra que ele consegue sim interpretar e incorporar perfeitamente um personagem diferente, sem vincular ao que é marcado.
Durante todo a minissérie eu esqueci de Harry, quem estava lá era um médico jovem e atrapalhado, o primeiro de sua sala, que tem seus sonhos afundados pela sofrida realidade que enfrenta, que percebe que ler todos os livros nem sempre ajuda na prática.
Também destaco a excelente atuação de Jon Hamm, a estrela de Mad Men, que conseguiu me divertir e me agonizar com sua performace.

Vi no orangotag – a rede social que marcamos os seriados que vemos – que algumas pessoas não gostaram do final. Eu acho que o final foi bom sim, mas triste. É daqueles que não acabam com um grosseiro ponto final, mas sim que dá a liberdade para imaginarmos o depois, tirarmos nossas próprias conclusões sobre o que vimos, mesmo que for algo doloroso.

Super recomendo! Além do sotaque britânico gostoso de ouvir, ela nos surpreende bastante. De inicio pensei ser algo como uma comédia e com o passar percebemos o drama envolto nela, é praticamente uma dramédia. Mas um aviso para pessoas de estomago fraco: há cenas mais fortes, como sangue jorrando e outros casos que podemos observar em um hospital. Uma pena ele ser tão curto! Os episódios são de 20 e pouco minutos, o que não deixa cansativo, mais poderiam ser mais, ter uma segunda temporada quem sabe!
Até mais =D.



Andressa Leite @stonesandmilk

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

I Won't Back Down!

Oi pessoal como estão? Aproveitando o super feriado?
Hoje eu vim falar sobre uma música que eu não paro de escutar mais: I Won't Back Down.

Tudo começou com The Voice US, no qual eu estou viciada! Em uma das apresentações da primeira temporada em 2011, Blake Shelton e Dia Frampton cantaram I Won't Back Down. Me apaixonei pela música.


Ela é de Tom Petty, do seu primeiro álbum solo chamado Full Moon Fever de 1989. A música teve a participação de Mike Campbell integrante do The Heartbreaker (guitarra), Jeff Lynne que também escreveu a música junto com Petty (back vocal e guitarra), Phil Jones (percussão), George Harrison (bateria, back vocal e guitarra) e Howie Epstein (back vocal).





Depois, em 2000, ela foi regravada por John Cash para o álbum American III: Solitary Man.




Em 2005 o Pearl Jam fez um cover da música e lançou em 2007 no box set Live at the Gorge




Em 2011 no The Voice Us, como eu havia dito anteriormente, Dia Frampton cantou a música junto com o seu coach Blake Shelton.




E por último Benjamin Francis Leftwich fez um cover da música que fez parte da trilha de Grey's Anatomy no terceiro episódio da nona temporada.




Fonte!


Espero que tenham gostado, até a próxima =D

 Andressa Leite @stonesandmilk

domingo, 7 de outubro de 2012

A Volta dos que não Foram!!

Oi pessoal, como vocês estão? Faz muito tempo que não apareço por aqui, muito tempo mesmo. É que entendam, é muita coisa para fazer,kkkk. Faculdade, projetos, trabalho, outros blogs, seriados, filmes... Enfim N coisas. Mas eu vim até aqui para falar  que eu vou voltar definitivamente!
A partir dessa semana, vou voltar aqui para falar de filmes, seriados, livros e muito mais! Aguardem...



Andressa Leite @stonesandmilk

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Livro: Não Sou Este Tipo de Garota - Siobhan Vivian

Sentiram saudades? Vim falar de um livro para vocês...





Não Sou Este Tipo de GarotaNome: Não Sou Este Tipo de Garota
Original: Not That Kind of Girl
Autora: Siobhan Vivian
Editora: Novo Conceito Jovem
Gênero: Romance/ Infanto-Juvenil/ Literatura Estrangeira
Páginas: 248
Ano: 2011
Sinopse: Perversa ou inofensiva? Confiável ou hipócrita? Controlada ou insensata? A vida é sobre suas decisões e escolhas, e Natalie Sterling se orgulha de sempre fazer as melhores. Ela ignora os caras populares e babacas da escola, sempre ganha medalhas de honra e está prestes a ser a primeira estudante jovem a ser presidente do conselho estudantil em anos. Se apenas todas as outras garotas fossem tão sensíveis e fortes. Como o grupo de novatas que querem ser brinquedos dos jogadores de futebol. Ou sua melhor amiga, que tomou uma decisão idiota que quase arruinou sua vida. Mas ser sensível e forte não é fácil. Não quando uma brincadeira quase a faz ser expulsa. Não quando seus conselhos dóem mais do que ajudam. Não quando um cara que ela já deu um fora se torna o cara que ela não consegue parar de pensar. A linha entre o certo e o errado foi distorcida, e cruzá-la poderá resultar em um desastre… ou se tornar a melhor escolha que ela já imaginou fazer


Só mais um ano e Natalie estará livre do colégio e pronta para a faculdade. Ela sempre foi responsável e sabe que uma garota precisa se preservar. Se pudesse dar dicas verdadeiras ao calouros, a orientação que recebem quando entram seria completamente diferente.
Por experiência própria ela pensa que confiar em garotos pode ser uma coisa muito perigosa e que se manter afastada é a melhor coisa a se fazer.
Quando Spencer, uma novata da qual ela era babá, começa a envolve-la em confusões, Natalie acaba tendo que rever o certo e o errado e que tipo de garota ela realmente é.


Um livro infanto-juvenil que me deixou desapontada.
Quando li a sinopse e ouvi comentários sobre ele nos blogs e no twitter eu esperava algo completamente diferente. E pelo que eu ouvi de alguns comentários no skoob, eu não fui a única.
Natalie é o tipo de pessoa superorganizada, que possui a vida totalmente planejada e super correta em suas atitudes. Ela Abomina o modo de vida das suas colegas que deixam os estudos pelas festas e se deixam usar pelos meninos.
Possui apenas uma amiga, a Autumn que depois de uma decepção amorosa, resolveu ser adepta ao modo de vida de Natalie.
Só que foi justamente isso que me incomodou. Ninguém é certinho, todos cometemos erros, e apesar de Natalie ser uma pessoa correta, ela não possui direito de julgar ninguém.
E o final ficou mal resolvido, faltava pouquíssimas páginas para o livro terminar e o conflito da estória estava apenas começando.
Confesso que gostei de algumas atitudes de Natalie, só não gostaria que ela fosse tão radical. Outra coisa que me agradou foi a dose de romance, que apesar de pouca, me arrancou alguns suspiros.
A capa é extremamente linda, foi o que mais me atraiu na hora de querer ler. Fora que ela se encaixa completamente na estória, algo difícil ultimamente.
Mas apesar disso dou 2 estrelas a ele.

Andressa Leite @stonesandmilk

quinta-feira, 29 de março de 2012

Christine: O Carro Assassino

Título original: Christine
Lançamento: 1983
Direção: John Carpenter
Atores:  Christine Belford, Robert Prosky, Keith Gordon , Keri Montgomery, John Stockwell
Duração: 110 min
Gênero: Terror
País de Origem: E.U.A
Sinopse: O best-seller de Stephen King ganha vida neste suspense assustador. Ela não é um automóvel comum. Christine é um carro que inclui entre os seus equipamentos uma força maligna destrutiva. Com sua beleza reluzente, Christine seduz seu dono e não poupará crueldade para eliminar quem se coloca entre eles.


É de praxe. Todo sonho de um adolescente quando completa a idade para dirigir, é ter um bom carro para exibir por aí. Ainda mais um adolescente americano que pode desfrutar desse prazer aos 16 anos.                                 
Arnie não é o típico popular da escola. Obedece aos pais, estuda e podemos dizer que tem a aparência estereotipada de um CDF. Quando ele começa  a fazer um curso de mecânica descobre mais que um hobby nisso.
Seu melhor amigo Dennis é popular e um jogador de futebol americano. Apesar de diferentes são melhores amigos e sempre estão juntos.
Um dia enquanto voltavam da escola, encontram em um lugar afastado, um carro antigo que chama a atenção de Arnie que o compra na hora com o dinheiro que estava guardando para a faculdade.
Seus pais, claro, não ficam nada felizes com a nova compra do filho e o proíbem de manter o carro na casa. A solução é manter ele em uma oficina mecânica/garagem.   
Ele começa a se empenhar de verdade com seus novos conhecimentos para consertar o carro.
Nesse meio tempo algo muito estranho acontece com Arnie. Ele se afasta de todos, inclusive de Dennis, muda a aparência, consegue uma namorada e o amor pelo seu carro fica extremamente grande, ou melhor, seu amor por Christine, o nome dado pelo antigo dono.
Dennis e a namorada de Arnie começam a investigar a história por trás do carro, pois coisas muito estranhas estão acontecendo, inclusive mortes de pessoas que mexiam com Arnie no passado.                                                                                                  


Christine não é um carro apenas, é muito mais do que todos imaginam!


Amo assistir aos clássicos dos anos 80, ainda mais sendo uma adaptação de um livro de Stephen King, que eu ainda não li.

O clima do filme é diferente de outras adaptações que eu já assisti do King e eu não senti aquela tensão dos outros. Não classificaria como terror e o suspense é leve porque sabemos logo de cara o que está acontecendo. A trama em si não possui um mistério.

É pouco cansativo, a história toda parecia ter mais ação e são em pequenas doses que isso acontece. Outra coisa que eu acho que faltou foi a explicação do porquê da existência de Christine. Pode até ser que isso tenha no livro.                        

Fiquei surpresa com o final, de maneira nenhuma eu poderia imaginar algo do tipo.
Apesar de todo os pontos contras, são duas horas que valem a pena =D.
                                                                                             


Andressa Leite @stonesandmilk

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Livro: Lonely Hearts Club - Elizabeth Eulberg

Lembram da citação da Kell desse livro? Hoje trouxe a resenha dele: 

Nome: Lonely Hearts Club-Porque ninguém precisa de um namorado para ser feliz.
Original: Lonely Hearts Club
Autora: Elizabeth Eulberg
Editora: Intrínseca
Gênero: Romance/ Literatura Estrangeira
Páginas: 240
Ano: 2011
Sinopse:Penny Lane Bloom cansou de tentar, cansou de ser magoada e decidiu: homens são o inimigo. Exceto, claro, os únicos quatro caras que nunca decepcionam uma garota — John, Paul, George e Ringo. E foi justamente nos Beatles que ela encontrou uma resposta à altura de sua indignação: Penny é fundadora e única afiliada do Lonely Hearts Club — o lugar certo para uma mulher que não precisa de namorados idiotas para ser feliz. Lá, ela sempre estará em primeiro lugar, e eles não são nem um pouco bem-vindos. O clube, é claro, vira o centro das atenções na escola McKinley. Penny, ao que tudo indica, não é a única aluna farta de ver as amigas mudarem completamente (quase sempre, para pior) só para agradar aos namorados, e de constatar que eles, na verdade, não estão nem aí. Agora, todas querem fazer parte do Lonely Hearts Club, e Penny é idolatrada por dezenas de meninas que não querem enxergar um namorado nem a quilômetros de distância. Jamais. Seja quem for. Mas será, realmente, que nenhum carinha vale a pena?


Penny Lane tem esse nome graças ao fanatismo de seus pais pelos Beatles. Ela tem mais duas irmãs: Rita (Lovely Rita) e Lucy (Lucy in the Sky with Diamonds), que também receberam nomes de canções.
Penny acatou aos gostos dos pais e é apaixonada pelo quarteto de Liverpool. Sabe todas as músicas e respira os Beatles.


Sua vida amorosa se torna um fiasco ao descobrir que o garoto por quem foi apaixonada a vida inteira é na verdade um cafajeste. Como forma de protesto e um meio de consolação enquanto ouvia os únicos caras que não a decepcionaram em alto e bom som, ela resolver criar um clube. Mas não um clube qualquer, e sim o Lonely Hearts Club (Clube dos Corações Solitários), na música e no álbum de grande sucesso dos Beatles. O clube tem como objetivo proteger as garotas de terem seu coração partido. Como? Simples, as garotas integrantes do clube não podiam namorar.
O clube que no começo contava apenas com uma integrante passa a ter várias seguidoras, fica famoso no colégio e Penny vira alvo de ódio de alguns garotos que a culpam pela falta de menina para darem bola a eles.
No meio de tudo isso ainda um sentimento floresce novamente em PennyLane, justo aquele em que ela está tentando abolir de vez de sua vida. 


O livro é apaixonante... 
Há trechos de músicas dos Beatles, e só com isso ele ganha muitos pontos comigo que sou muito fã deles. Uma leitura simples, rápida e gostosa. 
Penny Lane é uma personagem muito cativante, gostei bastante dela e de suas amigas do clube. Foi muito legal a maneira que ela encontrou de superar uma grande decepção. 
Recomendado para adolescentes e para adultos (é sempre bom relembrar as crises dessa fase =D).




Post Originalmente publicado no http://stonesandmilk.blogspot.com/

Andressa Leite @stonesandmilk

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Seriado: New Girl



E aí pessoas, tudo bem com vocês? Hoje vim falar de um seriado que começou a pouco tempo, em setembro: New Girl
Jesse (Zooey Deschanel) é uma professora do jardim da infância que descobriu estar sendo traída pelo seu namorado e sai de casa para morar com sua melhor amiga, Cece. O problema é que Cece é uma modelo e sua casa vive cheias de modelos e não são o tipo de "galera" de Jesse. Ela então vai em busca de um novo lugar para morar e acha pela Internet um lugar com um quarto vago, onde mais três pessoas já moram. A questão é que pelo anúncio Jessie pensou que fosse mulheres e chegando ao local eram três homens. Mas ela logo percebe que são caras legais e eles mesmo achando ela uma louca resolvem aceita-la.
Os caras são Nick (Jake M. Johnson), um barman que acabou de ser chutado pela namorada, Schmidt (Max Greenfield), um ex-gordinho que ama mostrar como está em boa forma e Couch (Damons Wayans Jr.), um treinador de basquete que não leva o menor jeito para falar com as mulheres.
A partir do segundo episódio o personagem de Damons Wayans Jr., o Couch é trocado pois o ator teve a série que trabalha renovada.
Entra então Winston (Lamorne Morri), um ex-jogador de basquete que esteve 2 anos jogando fora do país e agora precisa se atualizar para conseguir um novo emprego.


O seriado é muito fofo, são mais ou menos 20 minutos de fofura,kkk. Sim há muitos clichês de seriados de comédias mas vale a pena assistir. Zoey é uma ótima atriz, além de ser linda e eu gosto bastante dos outros atores também.
Jesse é doidinha de pedra, inocente como ela é passa por várias situações vergonhosas. Canta sobre tudo que acontece e é super-frágil. É muito fofo como os caras acabam cuidando dela e tentam protege-la.
Até agora possui seis episódios e vai ao ar nos E.U.A  as terças-feiras pela Fox.
Estão previstos 24 episódios para essa primeira temporada.

Ah e olhem essa abertura, a música não sai da cabeça,kkk.




Andressa Leite (@stonesandmilk)




terça-feira, 4 de outubro de 2011

Seriado: Pretty Little Liars


Pretty Little Liars é um seriado da ABC Family, baseado em uma série de livros de mesmo nome, estreou em 2010.
Cinco amigas passam a noite juntas, quando o dia amanhece apenas quatro estão no mesmo lugar. Todos saem a procura dela, mas ninguém tem noticias, não há nenhuma pista sobre seu desaparecimento.
Um ano depois as amigas voltam a se reunir mais nada mudou em relação a busca do desaparecimento.
Agora Spencer, Aria, Hanna e Emily estão recebendo estranhas mensagens sobre seus segredos que apenas uma única pessoa sabia: Alyson, a garota desaparecida, líder do grupo.
Cada uma tem uma personalidade diferente e muitos segredos e foi justamente Alyson que uniu as meninas.

Conheci a série por curiosidade, vi o "pôster" em um site e quis ver sobre o que se tratava, na época estava no meio da primeira temporada. Pronto lá se foram noites sem dormir. O seriado é drama e suspense, muito mais muito suspense, o que gera alguma críticas entre o público. Não reclamo disso, acho muito legal a sensação que temos no final de cada episódio, mas claro espero um dia ter esclarecimentos perante tanto mistério.
Além do suspense todo entre as meninas elas ainda tem que lidar com os pais, namorados, separação e mais um monte de problemas. A série lida com vários assuntos delicados também.
Um ponto forte  são os caras bonitos, sim tem muitos \o/, o figurino é lindo, as garotas sem dúvida nenhuma sabem se vestir. A trilha sonora também é muito bem escolhida.
Atualmente está na segunda temporada, em hiato, volta só ano que vem, tendo só mais um episódio especial de Halloween , o que dá tempo de começar a acompanhar.
No Brasil começou a passar pela Boomerang nesse ano, mas ainda não arrisquei assistir dublado.


Os livros ( Maldosas, Impecáveis, Perfeitas, Inacreditáveis, Perversas, Killer, Heartless, Wanted, Twisted e Ruthless)  são da autora Sara Shepard e atualmente no Brasil foi lançado até o  volume cinco.





Andressa Leite (@stonesandmilk)
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