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quarta-feira, 4 de julho de 2012

Frase do Dia

"- Acha que ele tem saudades de mim?- perguntei.
- O que você acha, Cyd Charisse?- disse ela.
- Que tipo de resposta é essa?- perguntei.
- Mocinha, você está na cidade mais empolgante do mundo, deveria estar tendo todo tipo de novas aventuras. Talvez a resposta que você não quer aceitar seja a que você já sabe. Às vezes é preciso perder uma pessoa para nos encontrarmos. Só assim é possível ter essa pessoa de volta. Faz sentido?"

(Pão de Mel, Rachel Cohn)

sábado, 23 de junho de 2012

Resenha do Filme: "Para Sempre"


Você já imaginou se, em uma noite após sofrer um acidente de carro, você seria hospitalizada, entraria em coma e quando acordasse, descobrisse que perdeu parte da memória e não reconhece muitas pessoas, inclusive seu próprio marido?
Paige está nessa situação. O filme “Para Sempre”, baseado em eventos reais, conta a história do casal Paige e Leo, que vêem a vida mudar após essa trágico acidente.

Como a esposa não o reconhece mais, Leo tentará fazer de tudo para que ela recupere a memória, mas não é fácil porque a última lembrança que a garota tem é de estar cursando faculdade de direito, morando em outra cidade com os pais e estar noiva de um outro cara.

Sendo que, antes do acidente, Paige vivera os últimos anos (apagados completamente de sua memória) com Leo em uma cidade nova e cursando faculdade de Artes.

Quem se aproveita da falta de memória dela, são os pais que tentam a reaproximação e o ex-noivo.

Paige agora é quem ela era antes e será que não vai mais voltar? Será que Leo conseguirá reconquistá-la, agora que a mulher está tão diferente e não o reconhece mais? Será que a vida que tinham juntos não terá mais volta? E Paige, será que ela vai recuperar a memória?



“Para Sempre” é um filme que foi muito além das expectativas. Como é baseado em uma história real, já sabia que seria emocionante. Também já conhecia os atores Channing Tatum (Querido John) e Rachel McAdams (Meninas Malvadas, O Diário de uma Paixão).

Mas a história em si, o modo como se desenvolve e os diálogos se superaram, foram incríveis mesmo. A ponto de chegar a algumas partes e o cinema todo fungar, tentando conter as lágrimas.

Outra coisa interessante é na hora em que os créditos sobrem: é contado o desfecho do casal na vida real.

Filme recomendadíssimo! =)



"PARA SEMPRE"
 

ONDE ASSISTI PELA 1ª VEZ: no cinema
QUANDO: 13/06/12
POR QUE EU ESCOLHI ESSE FILME: porque estava em cartaz. Eu já havia assistido ao trailer e me emocionado. É baseado em fatos reais e pelo elenco, eu já estava louca pra ver!
O QUE EU SABIA DE ANTE MÃO:
-que era baseado em uma história real;
-Que Channing Tatum e Rachel McAdams eram os protagonistas
-Que há um livro contado a história real
DIRETOR DO FILME: Michael Sucsy
QUEM SÃO OS ATORES PRINCIPAIS: Channing Tatum, Rachel Mc Adams, Sam Neil
QUE TIPODE FILME É: Drama.

O FILME FOI MAIS, IGUAL OU MENOS DO QUE EU ESPERAVA : Foi mai, muito mais. Como já disse, os diálogos, as cenas, a interpretação... Foi tudo muito incrível, real e emocionante.
PONTO FRACO: A escolha do ator que faz o ex noivo. Sei que é para todos torcerem contra ele, mas exageraram ao colocar um ator feio e que fez uma interpretação fraca, em minha opinião.
UMA CENA: A cena da festa do casamento da irmã de Paige, em que ela e Leo conversam e termina em lágrimas e logo em seguida, a cena dele no estúdio relembrando os fatos ao contar para a sócia. Chorei.
UMA FRASE DO FILME: "Como você deve olhar para a garota que se ama e dizer para si mesmo que é hora de seguir em frente?"
RECOMENDO ESTE FILME: SIM! Vale muiito a pena! É maravilhoso!
DICAS PARA QUEM PRETENDE ASSISTI-LO:
-Assista legendado
-Leve lenços
-Aproveite!

Bom filme!
Kell =)
 
(PUBLICADO ORIGINALMENTE NO BLOG DEAR BOOK)

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Livro: Não Sou Este Tipo de Garota - Siobhan Vivian

Sentiram saudades? Vim falar de um livro para vocês...





Não Sou Este Tipo de GarotaNome: Não Sou Este Tipo de Garota
Original: Not That Kind of Girl
Autora: Siobhan Vivian
Editora: Novo Conceito Jovem
Gênero: Romance/ Infanto-Juvenil/ Literatura Estrangeira
Páginas: 248
Ano: 2011
Sinopse: Perversa ou inofensiva? Confiável ou hipócrita? Controlada ou insensata? A vida é sobre suas decisões e escolhas, e Natalie Sterling se orgulha de sempre fazer as melhores. Ela ignora os caras populares e babacas da escola, sempre ganha medalhas de honra e está prestes a ser a primeira estudante jovem a ser presidente do conselho estudantil em anos. Se apenas todas as outras garotas fossem tão sensíveis e fortes. Como o grupo de novatas que querem ser brinquedos dos jogadores de futebol. Ou sua melhor amiga, que tomou uma decisão idiota que quase arruinou sua vida. Mas ser sensível e forte não é fácil. Não quando uma brincadeira quase a faz ser expulsa. Não quando seus conselhos dóem mais do que ajudam. Não quando um cara que ela já deu um fora se torna o cara que ela não consegue parar de pensar. A linha entre o certo e o errado foi distorcida, e cruzá-la poderá resultar em um desastre… ou se tornar a melhor escolha que ela já imaginou fazer


Só mais um ano e Natalie estará livre do colégio e pronta para a faculdade. Ela sempre foi responsável e sabe que uma garota precisa se preservar. Se pudesse dar dicas verdadeiras ao calouros, a orientação que recebem quando entram seria completamente diferente.
Por experiência própria ela pensa que confiar em garotos pode ser uma coisa muito perigosa e que se manter afastada é a melhor coisa a se fazer.
Quando Spencer, uma novata da qual ela era babá, começa a envolve-la em confusões, Natalie acaba tendo que rever o certo e o errado e que tipo de garota ela realmente é.


Um livro infanto-juvenil que me deixou desapontada.
Quando li a sinopse e ouvi comentários sobre ele nos blogs e no twitter eu esperava algo completamente diferente. E pelo que eu ouvi de alguns comentários no skoob, eu não fui a única.
Natalie é o tipo de pessoa superorganizada, que possui a vida totalmente planejada e super correta em suas atitudes. Ela Abomina o modo de vida das suas colegas que deixam os estudos pelas festas e se deixam usar pelos meninos.
Possui apenas uma amiga, a Autumn que depois de uma decepção amorosa, resolveu ser adepta ao modo de vida de Natalie.
Só que foi justamente isso que me incomodou. Ninguém é certinho, todos cometemos erros, e apesar de Natalie ser uma pessoa correta, ela não possui direito de julgar ninguém.
E o final ficou mal resolvido, faltava pouquíssimas páginas para o livro terminar e o conflito da estória estava apenas começando.
Confesso que gostei de algumas atitudes de Natalie, só não gostaria que ela fosse tão radical. Outra coisa que me agradou foi a dose de romance, que apesar de pouca, me arrancou alguns suspiros.
A capa é extremamente linda, foi o que mais me atraiu na hora de querer ler. Fora que ela se encaixa completamente na estória, algo difícil ultimamente.
Mas apesar disso dou 2 estrelas a ele.

Andressa Leite @stonesandmilk

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Resenha do Livro: "O Céu Está em Todo Lugar"

 
(Por: Kell)

“O céu está em todo lugar”

Autora: Jandy Nelson
Número de páginas:
416 de história
Pontos fortes:
-
Poemas feitos pela personagem principal a praticamente toda abertura de capítulo
-
Letra azul
- Algumas frases de muito efeito (anotei milhares, sério!)
- O humor e o drama na medida certa.
Pontos fracos:
- A narrativa é um pouco confusa. No começo, não deixa bem claro a idade dela, vindo a ser explicada apenas no meio. Isso, em particular, me irritou um pouco.
-Às vezes é confusa a cronologia dos fatos narrados por Lennie. Não se sabe se ela está falando do passado ou do presente
- Há coisas um pouco desconexas no início, mas é só ao final do livro que algumas coisas são explicadas.
Personagem principal:
Lennie Walker (é também a narradora da história)
Personagens secundários importantes:
Joe Fontaine, Vovó, Tio Big, Toby, Sarah, Rachel, Bailey e Pagie Walker (as últimas duas são apenas citadas, várias e várias vezes)

Lennie Walker é uma garota de 17 anos, apaixonada pelo livro “O Morro dos Ventos Uivantes” (já o leu 27 vezes), que está passando pelo momento mais difícil de sua vida: ela acaba de perder a única irmã, Bailey, de 19 anos.
Esse é o ponto de partida para a história narrada em primeira pessoa.
A garota tenta superar a morte a cada dia, mas sua vida sem Bailey não será nunca mais a mesma.
A casa onde mora com a avó, cuidadora de jardins e o tio maconheiro Big, se torna se torna cada dia mais triste e nem as bonitas rosas do jardim de vovó são capazes de deixar a perda como sendo algo menos significativo.
Lennie vive agora praticamente dentro do “Refúgio”, o quarto onde antes era dividido com a irmã morta e a partir de então, só resta as roupas com um vestígio de cheiro da garota, suas anotações e sua escova de cabelo com alguns fios presos.
A menina insiste em deixar tudo exatamente como era antes de a irmã morrer pois acredita que, de alguma forma, Bailey ainda pode ser considerada viva nessas coisas.
Então, ao voltar para a escola após um tempo afastada, ela retorna a atividade que mais gosta: tocar clarinete. E é durante a aula de música que um garoto novo chama a sua atenção.
Porém, após algumas “observadas”, Lennie descobre que ele parece ser muito amigo de sua maior rival, Rachel.
Mas isso não impede que ela sinta-se cada vez mais atraída pelo moço misterioso de nome Joe Fontaine.
Paralelamente a isso, Lennie começa a se aproximar de Toby, namorado da irmã morta. É como se, ás vezes, apenas ele entendesse sua dificuldade de lidar com a morte.
Repentinamente, algo mais forte acontece entre Lennie e Toby, ao mesmo tempo em que Joe começa a demonstrar reciprocidade no interesse da menina.
Agora, além de enfrentar a morte da irmã, “John Lennon”, como assim é chamada pelo garoto Fontaine, terá mais dilemas do que podia imaginar.
Joe é o verdadeiro amor de sua vida? Mas por que essa ligação com Toby, o namorado da irmã? Isso, de se encontrar com aquele que seria o futuro marido de Bailey é tão horrível assim? Faz com que a irmã morta fique triste com ela, ao ver tudo isso do céu? Como superar a perda ao mesmo tempo em que se lida com as dúvidas do amor?
E a mãe das garotas, que segundo a vovó, as deixou por causa do “gene impaciente”, para se aventurar no mundo, onde está? O que aconteceu de verdade? Será que há realmente uma resposta para isso?
Estas e muitas outras perguntas surgem na cabeça do leitor ao longo do romance que o fará rir e chorar em vários momentos.
Leitura imperdível para quem busca entender melhor a morte e como lidar com ela, o que nem sempre é fácil, porém, é necessário. 

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Penso em todas as coisas que não disse,

desde que Bailey morreu, nas palavras trancafiadas no fundo do meu coração, em nosso quarto laranja, em todas as palavras no mundo todo que não são ditas quando alguém morre, por serem tristes demais, iradas demais, devastadoras demais, culpadas demais para serem ditas. Todas elas começam a percorrer meu interior como um lunático rio. Sugo todo ar que consigo, até provavelmente não haver mais ar sobrando em Clover para mais ninguém, e então toco uma única nota, estridente como um tufão, em meu clarinete.
(O Céu Está em Todo Lugar)

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Livro e Filme: Um Dia



Um DiaNome: Um Dia
Original: One Day
Autor: David Nicholls
Editora: Intrínseca
Gênero:Literatura Estrangeira/Literatura Inglesa/Romance
Páginas: 416
Ano: 2011
Sinopse: Dexter Mayhew e Emma Morley se conheceram em 1988. Ambos sabem que no 
dia seguinte, após a formatura na universidade, deverão trilhar caminhos diferentes. Mas, depois de apenas um dia juntos, não conseguem parar de pensar um no outro. Os anos se passam e Dex e Em levam vidas isoladas - vidas muito diferentes daquelas que eles sonhavam ter. 
Porém, incapazes de esquecer o sentimento muito especial que os arrebatou naquela primeira noite, surge uma extraordinária relação entre os dois. Ao longo dos vinte anos seguintes,flashes do relacionamento deles são narrados, um por ano, todos no mesmo dia: 15 de julho. Dexter e Emma enfrentam disputas e brigas, esperanças e oportunidades perdidas, risos e lágrimas. E, conforme o verdadeiro significado desse dia crucial é desvendado, eles precisam acertar contas com a essência do amor e da própria vida. (skoob.com.br)


Emma e Dexter se conhecem na faculdade, mas a proximidade deles só acontece no último dia, na formatura. Após uma noite passada juntos apenas trocando carinhos, decidem que a amizade é um bom caminho e não se desgrudam mais. A partir de 1988, acompanhamos um dia de cada ano da vida de Dex e Em, Em e Dex e a trajetória de vida dos dois.


Um Dia foi um livro bom de se ler, mas eu me decepcionei um pouco. Por isso não gosto de ficar colocando expectativas, mas depois de tanto alvoroço por causa do livro eu coloquei ele um alto patamar sem nem ao menos ter lido.
Mas isso não quer dizer que eu não gostei, ao contrário, gostei bastante.
Achei incrível a ideia do autor. Acompanhar o amadurecimento, erros, acertos, sucesso, infelicidade, o envelhecimento dos personagens... Afinal onde estaremos daqui um ano? Exato não fazemos a menor ideia.
Em é insegura, Dex é muito seguro de si mesmo. A amizade entre os dois é linda. Parceria, compreensão, o carinho.
Em um ano Dexter está bem e Emma não está, em outro Emma está bem e Dexter  não. Claro, tem as brigas, as incompatibilidades, mas é muito bom você poder contar com um amigo desse jeito.
Foi meu último livro de 2011 e fechei com chave de ouro com certeza.


Assisti o filme também, meu primeiro de 2012,kkkk.

Capa e Cartaz do filme Um Dia
Título original: One Day
Lançamento: 2011 
Direção: Lone Scherfig
Atores:  Jim Sturgess, Georgia King, Ken Stott, Rafe Spall, Tom Mison, Natalie Hallam, Anne Hathaway, Patricia Clarkson
Duração: 108 min
Gênero: Drama/Romance
País de Origem: Reino Unido e Irlanda do Norte
Sinopse: Dexter e Emma se conhecem durante a faculdade, em 1988, e passam a se encontrar uma vez por ano, durante 20 anos. A história acompanha suas vidas e amores durante o período, até que eles percebem que  foram feitos um para o outro. Baseado no livro homônimo  de David Nicholls. (filmow.com.br)

Gostei da adaptação, não me decepcionou.
Foram mudados alguns detalhes, coisas que aconteceram em um ano, colocaram em outro, mas mudanças sempre acontecem.
Eu tinha gostado bastante do trailer, as vezes gosto mais dele do que do filme,kkkk.
A química entre o Jim e a Anne, os protagonistas também estava boa. Me apaixonei pela voz dele, só achei ele muito magro.



O problema é que eu senti que se eu não tivesse lido o livro eu teria me sentido meio perdida. Não sei, senti alguns furos. Mas enfim, é um bom filme, recomendo ler o livro antes e pegar uma caixinha de lenços =D.



Andressa Leite @stonesandmilk

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Livro: Lonely Hearts Club - Elizabeth Eulberg

Lembram da citação da Kell desse livro? Hoje trouxe a resenha dele: 

Nome: Lonely Hearts Club-Porque ninguém precisa de um namorado para ser feliz.
Original: Lonely Hearts Club
Autora: Elizabeth Eulberg
Editora: Intrínseca
Gênero: Romance/ Literatura Estrangeira
Páginas: 240
Ano: 2011
Sinopse:Penny Lane Bloom cansou de tentar, cansou de ser magoada e decidiu: homens são o inimigo. Exceto, claro, os únicos quatro caras que nunca decepcionam uma garota — John, Paul, George e Ringo. E foi justamente nos Beatles que ela encontrou uma resposta à altura de sua indignação: Penny é fundadora e única afiliada do Lonely Hearts Club — o lugar certo para uma mulher que não precisa de namorados idiotas para ser feliz. Lá, ela sempre estará em primeiro lugar, e eles não são nem um pouco bem-vindos. O clube, é claro, vira o centro das atenções na escola McKinley. Penny, ao que tudo indica, não é a única aluna farta de ver as amigas mudarem completamente (quase sempre, para pior) só para agradar aos namorados, e de constatar que eles, na verdade, não estão nem aí. Agora, todas querem fazer parte do Lonely Hearts Club, e Penny é idolatrada por dezenas de meninas que não querem enxergar um namorado nem a quilômetros de distância. Jamais. Seja quem for. Mas será, realmente, que nenhum carinha vale a pena?


Penny Lane tem esse nome graças ao fanatismo de seus pais pelos Beatles. Ela tem mais duas irmãs: Rita (Lovely Rita) e Lucy (Lucy in the Sky with Diamonds), que também receberam nomes de canções.
Penny acatou aos gostos dos pais e é apaixonada pelo quarteto de Liverpool. Sabe todas as músicas e respira os Beatles.


Sua vida amorosa se torna um fiasco ao descobrir que o garoto por quem foi apaixonada a vida inteira é na verdade um cafajeste. Como forma de protesto e um meio de consolação enquanto ouvia os únicos caras que não a decepcionaram em alto e bom som, ela resolver criar um clube. Mas não um clube qualquer, e sim o Lonely Hearts Club (Clube dos Corações Solitários), na música e no álbum de grande sucesso dos Beatles. O clube tem como objetivo proteger as garotas de terem seu coração partido. Como? Simples, as garotas integrantes do clube não podiam namorar.
O clube que no começo contava apenas com uma integrante passa a ter várias seguidoras, fica famoso no colégio e Penny vira alvo de ódio de alguns garotos que a culpam pela falta de menina para darem bola a eles.
No meio de tudo isso ainda um sentimento floresce novamente em PennyLane, justo aquele em que ela está tentando abolir de vez de sua vida. 


O livro é apaixonante... 
Há trechos de músicas dos Beatles, e só com isso ele ganha muitos pontos comigo que sou muito fã deles. Uma leitura simples, rápida e gostosa. 
Penny Lane é uma personagem muito cativante, gostei bastante dela e de suas amigas do clube. Foi muito legal a maneira que ela encontrou de superar uma grande decepção. 
Recomendado para adolescentes e para adultos (é sempre bom relembrar as crises dessa fase =D).




Post Originalmente publicado no http://stonesandmilk.blogspot.com/

Andressa Leite @stonesandmilk

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Filme e Livro: Laranja Mecânica (Clockwork Orange)


Hoje vim falar de um livro e um filme que se tornaram clássico:

Por Andressa Leite


Anthony Burgess, 186 páginas-1962

Sinopse: Narrada pelo protagonista, o adolescente Alex, esta brilhante e perturbadora história cria uma sociedade futurista em que a violência atinge proporções gigantescas e provoca uma reposta igualmente agressiva de um governo totalitário. A estranha linguagem utilizada por Alex - soberbamente engendrada pelo autor - empresta uma dimensão quase lírica ao texto. Ao lado de "1984", de George Orwell, e "Admirável Mundo Novo", de Aldous Huxley, "Laranja Mecânica" é um dos ícones literários da alienação pós-industrial que caracterizou o século XX. Adaptado com maestria para o cinema em 1972 por Stanley Kubrick, é uma obra marcante: depois da sua leitura, você jamais será o mesmo.( www.skoob.com.br)

O que leva uma pessoa a praticar violência? Estupros, roubos, espancamentos... Alex realiza tudo isso e muito mais.
Em um ambiente futurista conhecemos Alex e seus "drugues", seus amigos de vadiagem.
O mundo é violento, a moda muda constantemente( e de uma forma estranha),novas drogas surgem e o governo tenta controlar, ou pelo menos finge.
Alex mora com os pais e estuda de manhã. A noite ele sai e apronta por aí. Ele gosta de música clássica, principalmente de Ludwing Van Beethoven, algo incomum, já que os jovens preferem as músicas da época. Alex se autonomeia líder do grupo, mas nem todos seus amigos se sentem satisfeitos com isso.
Um dia enquanto praticava mais uma das suas é preso e condenado. Colocado na prisão, logo se faz de bonzinho e tenta ao máximo agradar a todos tentando uma chance de se livrar o mais rápido possível do lugar... e ele consegue.
Alex é submetido a um tratamento, um teste do governo para acabar com o problema da violência. Esse processo é rápido, quinze dias, mas não é nada agradável.
Ele passa por transformações nada espontâneas e em liberdade acaba se encontrando com alguns daqueles em que ele aprontou barbaridades.

Bom é difícil falar gostei do protagonista, porque ele não é uma pessoa para se gostar ou admirar. Ele pratica a violência gratuita, é desumano. Mas Alex narrando os acontecimentos do livro nos atrai; Ele é bem humorado, sarcástico... contraditório, não.
Laranja Mecânica me fez refletir um bocado. Será que nosso mundo um dia chegaria a isso? Será que uma pessoa com natureza destrutiva e maligna um dia poderia se regenerar?
Estamos tão acostumados com a violência no dia-a-dia que já achamos essa prática comum e normal?
Para mim o autor foi brilhante, o livro foi escrito em 1962 e consegue ser atual. Ele criou mais de 100 termos que são uma mistura de gírias, língua cigana, russa e entre outras. Por essa razão o livro acompanha um glossário.

O livro deu origem ao filme britânico homônimo de 1971, dirigido por Stanley Kubrick ( O mesmo de O Iluminado e 2001- Uma Odisséia do Espaço).
Na minha opinião o filme ficou bem fiel ao livro, menos a parte final que terminou antes da do livro.
Os atores interpretaram muito bem os personagens, destaque claro ao Malcolm McDowell, que interpreta Alex.
O visual futurista me agradou também. Roupas, casas, móveis, decorações...
Enfim recomendo os dois mas logo aviso que tanto no filme quanto no livro há violência, então caso você não goste é melhor não ler/assistir.


Em uma pesquisa sobre o filme descobri algumas curiosidades que eu retirei do blog http://overdosisblog.blogspot.com/

  • Durante a cena em que Alex (Malcolm McDowell) é submetido ao tratamento Ludovico, Malcolm arranhou a córnea e ficou temporariamente cego. O médico que acompanha Alex durante o tratamento era realmente um médico, e estava lá por motivos de segurança para Malcolm. Malcolm também teve costelas quebradas durante a filmagem da cena de humilhação após o tratamento e ele quase se afogou de verdade, devido a uma falha no equipamento que o ajudaria a respirar, na cena em que os seus ex "droogies" o encontram e submetem ele a uma tortura em uma banheira.
  • Stanley Kubrick propositalmente cometeu alguns erros de continuidade em Laranja Mecânica. Os pratos em cima da mesa trocam de posição e o nível de vinho nas garrafas muda em diversas tomadas, com a intenção de causar desorientação ao espectador.
  • O filme foi retirado de cartaz no Reino Unido a mando de Stanley Kubrick. Irritado com as críticas recebidas, de que Laranja Mecânica seria muito violento, Kubrick declarou que o filme apenas seria exibido lá após sua morte, ocorrida em 1999.
  • A linguagem utilizada por Alex, chamada de nadsat, foi inventada pelo autor Anthony Burgess, que misturou palavras em inglês, em russo e gírias.
  • O livro em que Frank Alexander trabalhava quando Alex e sua gangue invadem sua casa chamava-se "A clockwork orange".
  • A cobra, foi colocada nas filmagens após o diretor Stanley Kubrick descobrir que Malcolm McDowell tinha medo delas.
  • No livro, o sobrenome de Alex em momento algum é revelado. Comenta-se que DeLarge seja uma referência a um momento no livro em que Alex chama a si mesmo de "Alexander the Large".
  • O orçamento total do filme foi de apenas US$ 2 milhões.
  • Stanley Kubrick certa vez declarou que, se não pudesse contar com Malcolm McDowell, provavelmente não teria feito Laranja Mecânica.
  • A canção "Singing in the rain"(Cantando na Chuva), cantada por Alex durante a cena em que ele e seus colegas violentam uma mulher na frente de seu marido, só está no filme porque esta era a única música que Malcolm McDowell sabia cantar por inteiro.
  • O filme foi proibido no Brasil na época do lançamento, mas liberado depois de alguns anos com a condição de que a genitália da mulher na cena de estupro, fosse encoberta por meio de manchas pretas sobrepostas à cena. Quem assistiu ao filme naquela época pode perceber que tais "manchas pretas" nem sempre acompanhavam a vagina com os pêlos pubianos. Isso sem contar que a censura era de 18 anos. Tais acontecimentos no Brasil tornaram a censura militar ridicularizada.
  • Durante a Copa do Mundo de 1974, disputada na Alemanha Ocidental, graças ao seu futebol envolvente, revolucionário e taticamente perfeito, a Seleção Neerlandesa de Futebol foi batizada pelos jornalistas europeus de Laranja Mecânica. A "Laranja" faz referência também ao vistoso equipamento utilizado por essa lendária seleção de futebol, comandada por Johan Cruijff.
  • Na cena em que Alex está em uma loja de discos, podemos ver que um dos discos que está na prateleira da loja, na fileira central, é o disco da trilha sonora do filme 2001:Uma Odisséia no Espaço, pode-se notar o Magical Mystery Tour dos Beatles, Atom Heart Mother do Pink Floyd e também Missa Luba.
  • Acredita-se que uma música seja co-relacionada ou talvez inspirada no filme, "Hier Kommt Alex" da banda Die Toten Hosen.
  • Em um episódio de Halloween dos Simpsons, Bart Simpson estava fantasiado de Alex.
  • A banda Sepultura lançou, no início de 2009, o Álbum A-lex, inspirado inteiramente no livro, inclusive todos os títulos das músicas têm relação com a obra de Anthony Burgess.
  • A Clockwork Orange é uma expressão da gíria cockney, que denomina o desajustado agressivo e desequilibrado, que odeia as instituições e os seres e os agride, inclusive fisicamente, mas por razões puramente psicológicas, sem nenhuma politização nem ideologia. Alex é exatamente isso. A expressão aproximada, se bem que ainda inexata em português, seria "porra-louca".

sábado, 2 de julho de 2011

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"Duvido que haja aqui alguma menina que nunca tenha ficado obcecada imaginando se aquele garoto iria ligar ou se teria companhia para ir a uma festa. E por causa da pressão para fazer isso e aquilo com o garoto, acabamos nos conformando com alguem que não vale a pena."
(Lonely Hearts Club)

RESENHA DO LIVRO

sexta-feira, 24 de junho de 2011

"O ILUMINADO"-Por Andressa.

Depois de um tempinho sem postar mais nada, venho aqui com um clássico, um clássico de terror/suspense.

 O Iluminado – The Shining
Stephen King - 313 páginas – Objetiva
"Danny Torrance não é um menino comum. Danny é capaz de ouvir pensamentos. Ele pode transportar-se no tempo e olhar o passado e o futuro. Danny é um iluminado. Maldição ou benção? A resposta pode estar guardada na imponência assustadora do hotel Overlook.
Quando Jack Torrance consegue o emprego de zelador do velho hotel, todos os problemas da família parecem estar solucionados. Não mais o desemprego e as noites de bebedeiras. Não mais o sofrimento da esposa, Wendy. Tranquilidade e ar puro para o pequeno Danny livrar-se de vez das convulsões que assustam a família. Só que Overlook não é um hotel comum. O tempo esqueceu de enterrar velhos ódios, cicatrizar antigas feridas. O Overlook é uma chaga aberta de ressentimento e desejo de vingança. O Overlook é uma sentença de morte e quer Danny, e precisa dos poderes de Danny para chegar ao fim.
A luta assustadora entre dois mundos. Um menino e a ânsia assassina de poderosas forças malígnas. Uma família refém do mal. Nesta guerra sem testemunhas, vencerá o mais forte."(Fonte:www.skoob.com.br)
Jack Torrance é um ex-professor que devido a um incidente foi despedido do seu trabalho. Ele então é indicado por seu amigo a ser zelador de um grande hotel, o Overlook, que fica fechado durante o inverno. Ele e sua família (sua esposa Wendy e seu filho Danny) se mudam para o hotel. O trabalho é simples: consertar o telhado, regular as caldeiras... Mas há algo de estranho no hotel.. algo que pode modificar a família de Jack, especialmente Danny, um menino sensitivo que possui um dom, um dom que pode acordar o hotel e seus fantasmas.

Muito bom, simplesmente incrível, me apaixonei pelo livro, as descrições dos lugares, dos sonhos, fantasmas e temores de cada personagem, você consegue acompanhar o declínio de cada um.
Aproveitando eu assisti ao filme baseado no livro:

O filme é muito bom também, conseguiu passar os cenários descritos no livro, o hotel Overlook ficou muito bem caracterizado. A trilha sonora é instrumental, perfeita para o clima de suspense. As atuações também são memoráveis, Jack Nicholson com suas caricaturas sádicas e suas sombrancelhas arqueadas, Danny Lloyd e suas mudanças constantes de voz e suas caras pertubadas, são os destaques.
Claro que como toda adaptação há suas mudanças,como o fato de não explorarem o passado de Jack Torrance e  a maneira como é retratado os poderes de Danny e a forma como ele se relaciona com Tony,  mas não é  nada revoltante
Esse filme serviu de inspiração para clipe  "The Kill" da banda 30 Seconds to Mars e para o clipe da música "Spit It Out" do Slipknot, lançado em 1999.Mais tarde o clipe foi censurado por ser excessivamente violento.

O Iluminado (1980)Título Original: "The Shining"Gênero: Mistério/Terror
Durante o inverno, um homem (Jack Nicholson) é contratado para ficar como vigia em um hotel no Colorado e vai para lá com a mulher (Shelley Duvall) e seu filho (Danny Lloyd). Porém, o contínuo isolamento começa a lhe causar problemas mentais sérios e ele vai se tornado cada vez mais agressivo e perigoso, ao mesmo tempo que seu filho passa a ter visões de acontecimentos ocorridos no passado, que também foram causados pelo isolamento excessivo. (Fonte:www.filmow.com.br)

Enfim, se você gosta desse gênero aconselho a ler e a assistir O Iluminado.
*ANDRESSA*
@stonesandmilk






PARABÉNS, ANDRESSA!
Confiraaaaam:http://www.viajenaleitura.com.br/2011/06/equipe-viaje-na-leitura-ganha-um-novo.html
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