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sábado, 17 de setembro de 2011

APRESENTAÇÃO OFICIAL DAS AUTORAS DO BLOG

Oii pessoal!
Tudo certo com vocês?

Bom, hoje vou dar início a uma semana muito especial aqui no blog.
Quem já o acompanha sabe que eu conto com a colaboração muito especial da Andressa Leite e da Sofia Lobo.
Há algum tempo elas já postam por aqui e como tudo está indo muito bem, a partir dessa semana faço a apresentação oficial das meninas para vocês conhecê-las melhor ^^

Só que, como sempre, queria fazer algo diversificado e decidi contar um pouco sobre elas (e sobre mim mesma) em forma de entrevista, vou explicar-lhes como funcionou:
Eu, Raquel,criei e mandei 20 perguntas para a Sofia responder. Ela criou e mandou 20 perguntas para a Andressa, que criou e mandou mais 20 perguntas para mim.
Essas entrevistas, como vocês perceberão, tratarão dos mais variados assuntos e claro, focará no que cada uma apresenta no blog.

Para quem ainda não sabe, a ANDRESSA colabora toda TERÇA FEIRA, falando sobre filmes, séries e livros e posts diversos. A SOFIA colabora toda QUINTA FEIRA, resenhando filmes. E eu, (KELL), faço os outros posts ao longo da semana, sobre assuntos diversos que eu considero interessante (resenhas, textos, videos, enfim.).
Salvo algumas excessões, o blog anda funcionando (muito bem) nesse sistema e estou realmente feliz com os resultados!!

Então, hoje declaro aberta a semana "APRESENTAÇÃO OFICIAL DAS AUTORAS DO BLOG", onde vocês vão poder conferir:

HOJE (17/09): A entrevista comigo, KELL,feita pela Andressa. Vocês descobrirão um pouquinho mais sobre mim.
DOMINGO (amanhã) (18/09): Uma postagem feita por KELL (eu).
SEGUNDA (19/09): Entrevista com ANDRESSA, feita pela Sofia. Vocês descobrirão um pouquinho mais sobre ela.
TERÇA (20/09): Uma postagem feita pela ANDRESSA.
QUARTA (21/09): Entrevista com SOFIA, feita por mim (Kell). Vocês descobrirão um pouquinho mais sobre ela.
QUINTA (22/09): Uma postagem feita pela SOFIA

Após isso, "aglomerarei" as entrevistas, criando um novo "QUEM ESCREVE ISSO" :)
Aguarademmmm ;)

Então, é isso!
Beijokas e até o próximo post!

Kell :)

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Tudo acontece em Elizabethtown (2005)


Por Sofia Lobo
Quem apenas tenha assistido aos épicos protagonizados por Orlando Bloom sentirá certo estranhamento ao vê-lo como o desesperançoso Drew Baylor. O jovem, prestes a suicidar-se pelo que talvez tenha sido o maior fracasso de sua vida, recebe uma ligação inesperada e inoportuna. É sua irmã, Heather (Judy Greer), anunciando a morte do pai de ambos. Drew se vê obrigado a adiar o plano masoquista de suicídio e vai à pequena cidade natal do pai, a pacata Elizabethtown, em Kentucky.
No caminho, Drew conhece Claire Colburn (Kirsten Dunst), jovem aeromoça assustadoramente prestativa por quem logo nutre certo encanto e afeto e que o ajudará a encarar o fracasso.
Além disso, quando conhece a família e os amigos de seu pai, Baylor percebe que os anos que passou trabalhando o fizeram perder a companhia de seu pai e a deixar de viver experiências que realmente importam. Aos poucos ele passa a enxergar a vida de outra maneira.
Apesar do clichê da jovem que ensina o fracassado a superar a dor e a aproveitar as coisas simples da vida, o otimismo de Tudo Acontece em Elizabethtown (2005), do diretor Cameron Crowe, não chega a ser enfadonho ou açucarado. Pode-se dizer que seja realista. A cada cena, sempre sob o olhar de Drew e repletas de humor, o filme propõe que se bata de frente com a dor, o fracasso e a humilhação.
A intenção de Cameron Crowe é explicitamente nos “pegar no colo” e dar lições sobre a vida, a perda, a derrota, o perdão... assim como um pai faria. A trilha sonora, que costuma ilustrar e direcionar as produções de Crowe (como em Quase Famosos e Vanilla Sky, seus filmes anteriores) é repleta por clássicos e mais clássicos, que dão o tom perfeito de melancolia e, ao mesmo tempo, otimismo para o longa.
Orlando Bloom, apesar de não atingir o que se espera de um ótimo ator, transmite a passividade e a perda de perspectivas na qual o personagem se vê mergulhado e que é necessária para a história. Mas é Kirsten Dunst quem realmente toma conta do filme, com sua interpretação; e Claire, sua personagem, quem pega Drew e o espectador pela mão e os levam para o caminho certo – enfrentar a dor da perda e do fracasso e seguir em frente.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Razão?Intuição?Experiência?


Estava lendo a reportagem de capa da revista SUPERINTERESSANTE de setembro (que eu super recomendo, por sinal), cujo título é: 'Como tomar decisões'.
Muito interessante para mim essa matéria porque eu estou em um momento que preciso realmente tomar decisões sérias.
Então, comecei a ler. É muito bom o jeito que a revista aborda o tema, porque logo de inicio você tem que escolher entre 3 situações-problema que te levam às 3 palavras do título.
Eu escolhi a situação problema que me levou a compreender a INTUIÇÃO.
Não fala explicitamente na reportagem que a primeira que você escolher é a que você mais utiliza para decidir.  Porém, de um jeito ou de outro, acho que isso tem um pouco a ver.
Depois, escolhi a situação problema que levava à RAZÃO (essa sim, é a mais complexa e acho ser a que eu mais uso, porém, nem sempre).
Enfim, por último fui ler a situação problema que levava à EXPERIÊNCIA.
No final das contas, a matéria conclui que, quando você vai tomar uma decisão, esses 3 "comandos" agem em conjunto (dependendo da situação, um se sobressai) para que você tome a decisão certa, por diversos mecanismos.
Só que, toda teoria é falha e nós estamos sujeitos aos lindos aí tomarem alguma decisão em conjunto e a gente se f*der.
O nosso cérebro não é perfeito, mas creio que, só de existir RAZÃO, INUTIÇÃO e EXPERIÊNCIA (e ao longo da matéria você descobre como tudo é bem planejado), tudo tende a ser perfeito!
A razão pensa a longo prazo, a intuição na sua sobrevivência diante de uma situação que precise de uma decisão rápida e a experiência quer seu melhor agora baseado no antes.
Interessante demais.
Ainda não sei qual delas é a que eu mais uso, apesar do palpite e também não sei qual é a menos sujeita a falhas, mas acho que é sempre a razão, mas ela não seria nada sem as outras duas, então, obviamente, uma completa a outra.
Ah, eu também ainda estou esperando elas trabalharem juntas por e dessa vez fazer com que eu escolha certo.



OBS: Ontem, excepcionalmente, nossa colaboradora Andressa não postou (estava de folga devido a uma pauta que ela tem que fazer e também devido a ressaca de Heath Ledger) hihihi
Semana que vem ela volta \o/
OBS ²: Não deixem de votar na enquete sobre "O que você quer que seja sorteado no blog", logo acima da página, à direita. Seu voto é muito importante para nós!! \o/
 
Beijos,
Kell :)

sábado, 10 de setembro de 2011

Post especial: Heath Ledger Brasil

Olá pessoal!!!
Tudo bem com vcs??

Hoje estou fazendo uma postagem MAIS DO QUE ESPECIALISSIMA!!!
Tenho uma GRANDE novidade e quero compartilhá-la com todos vocês ;)

Terça feira (06/09), eu, Kell, fui convidada pela minha amiga Cristal, dona do blog HEATH LEDGER BRASIL para ser a nova colaboradora de lá!!!! :))))

Eu estou MUITO feliz, uma felicidade que vocês não podem imaginar... Só para se ter uma ideia, colaborar com o "HLB" é um dos meus grandes sonhos e ele foi realizado!!!!
Não existe nada melhor do que um sonho realizado, não é mesmo?!
Então, quem já teve esse prazer de ver um sonho realiado deve saber mais ou menos o que estou sentindo no momento!!! ;D

Enfim, hoje (10/09), fiz minha primeira postagem lá e vou deixar o link aqui para vocês verem!
Peço a todos que curtem meu blog, que estão sempre comentando, que dêem uma passadinha lá para conferir! Vale a pena conhecer um pouco da vida desse maravilhoso ator, Heath Ledger, e desde 2009, o HLB é sua melhor fonte de informações sobre ele, certamente! :)

Esse é o layout do HLB! Acessem lá! ->

Deixo aqui está o link da Equipe (tem o meu perfil lá xD)
E, por fim, aqui está o link da minha*primeira* postagem:
Primeira postagem da Kell no HLB


Então é isso! Por hoje é só!!
Conto com o apoio de vocês! ;)
Um beijo,
Kell

Ah, ps: abri uma enquete aqui no blog (logo a direita, em cima), sobre o que vocês querem que o blog sorteie para os leitores, participem!!!

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Fahrenheit 451

Por Sofia Lobo
Imagine uma realidade na qual é proibida a leitura de qualquer coisa. Livros e revistas são incendiados por quem deveria apagar o fogo: os bombeiros. Nesse futuro, a sociedade é controlada pela “Família”, poder totalitário no qual todos os cidadãos são “primos”. A maioria das pessoas é apática e obedece às normas sociais sem questionamentos. Entretanto, existem os rebeldes que colecionam livros e os escondem nos locais mais inesperados. Mas a força repressiva dos bombeiros extermina os livros e prende as pessoas que insistem em quebrar as regras. O argumento utilizado pela Família que justifica a destruição dos impressos é que a leitura, ao transmitir cultura, torna os indivíduos desiguais. Além disso, também cria falsas realidades, tornando-se um escape da realidade.
Guy Montag (Oskar Werner) é um experiente bombeiro que se orgulha de sua função social. Porém, ao conhecer Clarissa (Julie Christie), começa a perceber que seu trabalho não faz sentido, e experimenta ler os livros que deveria destruir. Aos poucos, se revolta contra o sistema. Guarda alguns livros em casa, ato que logo é descoberto por sua mulher Linda (curiosamente também interpretada por Julie Christie). O estopim para abandonar de vez a prática repressiva é quando assiste a morte de uma senhora que preferiu morrer ao entregar seus livros.
Esse é o enredo de Fahrenheit 451 (1966), adaptação da obra homônima de Ray Bradbury. Qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência. O futuro retratado lembra um passado distante na história (quando o Santo Ofício destruía livros considerados hereges que faziam parte de uma “lista negra”) ou não tão distante assim (como a Segunda Guerra e a Ditadura no Brasil). Os bombeiros são encarregados de reprimir a leitura e a televisão é completamente inútil e alienante.
A história segue a mesma linha de outras obras clássicas, como “Admirável Mundo Novo”, de Aldous Huxley e “1984” de George Orwell.
O filme possui uma atmosfera futurista estranha e sufocante. As pessoas vivem trancafiadas em casa. Possuem apenas a televisão como entretenimento. Ingerem narcóticos que as deixam ainda mais passivas. O autor pode ter exagerado, mas o valor de sua obra está na reflexão que devemos fazer sobre nossa própria realidade. Uma pessoa é “melhor” que outra apenas por ler um livro? Até que ponto a cultura pode tornar os indivíduos desiguais?
Mas o filme também demonstra otimismo (ou utopia?) ao apresentar rebeldes que vivem isolados da sociedade. Eles decoram seus livros favoritos e depois os queimam, assim como os bombeiros. Mas para eles, uma vez que o livro está em sua mente, não é necessário o material. O interessante é que eles se apresentam exatamente com o título do livro.
Bradbury indica, ainda que sutilmente, que talvez exista uma saída para a opressão da Família, e essa saída somos nós mesmos.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Filme: Confiar (Trust)


Você tem um amigo virtual?

Por Andressa Leite

Elenco: Clive Owen, Catherine Keener, Liana Liberato
Direção: David Schwimmer ( Sim, o Ross de Friends)
Gênero: Drama
Ano: 2011
Duração: 104 minutos
Sinopse: Na trama, dois pais superprotetores (vividos por Clive Owen e Catherine Keener) não conseguem impedir que uma de suas filhas, Annie (a texana Liana Liberato), seja vítima de abusos de um rapaz que conhece na web. (www.filmow.com.br)


Annie é uma adolescente e possui pais superprotetores. No seu aniversário ela finalmente ganha um computador. Seu irmão vai para faculdade e ele é o seu melhor amigo, o que a deixa triste. Na escola ela não é muito popular e treina no time de vôlei.
Ela entra em um bate-papo e conhece um garoto da sua idade, que tem os mesmos gostos e também joga volêi. Logo a amizade cresce e além das conversas pelo computador, ela começa a se comunicar por mensagens no celular.
Quando ela pede fotos ele confessa: Não tem sua idade e sim é mais velho, faz faculdade e não tinha falado antes por medo dela não querer mais conversar com ele.
Começam então a ter conversas pelo telefone e ele passa a ser seu melhor amigo, seu confidente, seu mundo... Marcam um encontro, em um lugar movimentado, chegando lá... bom chegando lá ele não era quem falava ser. Ela vai com ele para outro lugar, um lugar mais reservado. Ela faz coisas que não queria fazer e vai para casa como se nada tivesse acontecido. Ele não a atende mais, some completamente, e quando a polícia chama os pais de Annie para contar o que aconteceu, o mundo de todos desabam.

Annie é uma garota como outras, tem seus medos, frustrações, dúvidas... E quando encontra alguém para partilhar isso se encanta, mas essa amizade acaba virando algo a mais. Nesse amigo virtual ela encontra conforto. Os pais dela tentam ao máximo entender o que se passa com ela.
Quando descobrem que sua filha sofreu abuso, ficam desesperados, se culpando, tentando entender onde erraram. Annie não entende o que aconteceu com ela, e foi isso que me deixou mais frustrada. Para ela o suposto amigo a amava e ver ela o defendendo é muito desagradável. Uma coisa que eu achei bastante legal são as mensagens trocadas por Annie e pelo seu amigo, elas aparecem em meio ao filme, em diferentes cores.
O final é bom, é daqueles que parecem acabar em um ponto que não devia de maneira nenhuma ter acabado, mas não sei se vai ter continuação.



segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Resenha do Filme: " A ÁRVORE DA VIDA"



É difícil começar essa resenha.
Primeiro porque, “A Árvore da Vida” é um filme que desde muito antes de sua estreia, eu já queria assistir, pelo simples fato de que *Heath Ledger* faria o pai, que é feito por Brad Pitt.
Até onde eu sei, Heath estava aprendendo a tocar piano para esse filme.
E foi assim: do começo ao fim, da primeira a última cena da Brad Pitt era inevitável eu não imaginar que seria Ledger aí. Eu imaginava como ele faria cada fala, cada trejeito, cada olhar.
Brad, obviamente, está muito bem no papel. Talvez até mais do que em alguns outros. (Ultimamente ele tem feito papéis que mostram realmente seu talento e não apenas seu beeeelo rosto!).
Enfim, mas até mesmo pela história, eu me lembrava do Heath, vamos à ela, que vocês entenderão:

Filme complexo. Pesquisei no Filmow um pouco das opiniões do pessoal que já assistiu e concordo com aqueles que dizem: “você tem que sair da sala de cinema depois que o filme acabou, esperar uns minutos e aí sim, você vai adorar “A Árvore da Vida”.”
Filme vencedor da “Palma de Ouro” em Cannes. Muita imagem, muito detalhe, pouca fala, muita música, alguns efeitos.
Não estranhe se chegar uma hora no começo e você não entender nada, parece que você está assistindo a um filme diferente. Mas não, no fim você tira suas próprias conclusões.
Uma família cujo um dos irmãos morre. Todo o drama da mãe ao tentar lidar com a perda é comovente, mas o foco maior é na dor do irmão (Sean Penn na fase adulta) que ficou. Todas as lembranças relacionadas com o presente é o tema do filme.
O pai severo (Brad Pitt), que tenta criar os filhos para serem “vencedores” porque ele próprio se considera um perdedor, devido ao fato de não ter seguido seu sonho (de ser um músico).
Isso é “A Árvore da Vida”. Certamente, será indicado ao OSCAR, não sei se ganha, mas há muitas chances, porque assim que assistimos, temos a clara impressão de que é “a cara” do Oscar.
Quem não gosta de filme “parado”, quase sem fala. Quase um cinema mudo, porém com muita cor, desista, porque não vai conseguir se prender por 138 minutos.
É um filme que vale a pena para fazer reflexões. Para pensarmos sobre o valor da perda, de Deus e como superar a morte de alguém. (Explicado porque o filme me lembra mais o Heath além do que já expliquei?!)
Assista, pense, e depois conclua você mesmo o que achou desse sucesso. (Só não esperem maiores explicações sobre a morte do irmão.)

ONDE ASSISTI PELA 1ª VEZ: No cinema
QUANDO: em 01/09/2011
PORQUE EU ESCOLHI ESSE FILME: Porque era um dos filmes que eu mais queria ver desde 2008, por motivos já citados acima.
O QUE EU SABIA DE ANTE MÃO:
-Que Heath Ledger faria o papel do pai, agora interpretado por Brad Pitt
-Que Sean Penn estava no elenco
-Que era sobre uma história de uma família
-Que ganhou a “Palma de Ouro” em Cannes
-Que parecia ser uma história interessante
DIRETOR DO FILME: Terrence Malick
QUEM SÃO OS ATORES PRINCIPAIS: Brad Pitt, Sean Penn, Joanna Going,
QUE TIPO DE FILME É: Drama
DURAÇÃO APROXIMADA: 138 min
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 10 anos
COMO É A HISTÓRIA PINCIPAL: (Texto retirado do site FILMOW): "A Árvore da Vida" aproxima o foco na relação entre pai e filho de uma família comum, e expande a ótica desta rica relação, ao longo dos séculos, desde o Big Bang até o fim dos tempos, em uma fabulosa viagem pela história da vida e seus mistérios, que culmina na busca pelo amor altruísta e o perdão.
TEM UM FINAL FELIZ: Pode-se dizer que sim, mas é meio confuso...
O FILME CORRESPONDEU OU NÃO ÀS MINHAS EXPECTATIVAS? Então..; É complicado. Achei o filme excelente. História muito boa, ótimas interpretações... Mas peca um pouco ao tentar relacionar TUDO (absolutamente TUDO, até dinossauros!!) com a morte do irmão, sendo que a morte em si, não é explicada. Faltou isso. Acho que faltou um pouco de “pé no chão” nesse filme e menos “viagem”. Porque esse filme é MUITO viagem! Hahaha
PONTO FRACO: Esse fato de não explicar direito a morte do irmão e é um pouco confusa também algumas partes que mostram a vida de Jack quando pequeno.
UMA CENA: A cena que o filho manda o pai calar a boca durante o almoço e o segundo fica possesso. Isso mostra como é complicada a relação entre eles e como chega uma hora que não dá mais! Mas é legal também a cena que o Brad toca piano. Muito linda.
UMA FRASE DO FILME: “Eu quero morrer para assim, ficar com ele”.
RECOMENDO ESTE FILME: Recomendo.
DICAS PARA QUEM PRETENDE ASSISTI-LO:
-Faça pipoca;
-Aproveite o filme!
-Não seja apressado de sair do cinema, tenha paciência. O filme vai ficando melhor ao longo do tempo... ;)

BOM FILME!!!!!!!
Kell ^^

(Maiores infos: *CINEPOP*)
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